
Laboratório de História Indígena da UFSC passa a fazer parte do Instituto de Estudos do Gênero
A parceria vai ampliar a produção de pesquisas e atividades do laboratório na temática de gênero, envolvendo também marcadores étnicos e raciais, especialmente indígenas.
O Laboratório de História Indígena da UFSC (LABHIN) passa a fazer parte da Rede do Instituto de Estudos de Gênero (IEG) da universidade nesta quarta-feira, 14 de abril. A iniciativa busca ampliar a produção de pesquisas e atividades do laboratório na temática de gênero, envolvendo também marcadores étnicos e raciais, especialmente indígenas.
O LABHIN desenvolve pesquisas com povos indígenas em diversas regiões do Brasil através de trabalhos acadêmicos e produção de materiais pedagógicos como livros, jogos e cadernos de atividades. Além de integrar o IEG, o laboratório integra desde 2022 a rede colaborativa anticolonial Yãné que fomenta práticas interdisciplinares e interculturais a partir de pesquisas e ações anticoloniais.
A liderança do laboratório é composta pelas professoras Dra. Adriana Kaingang, doutora e mestra em Antropologia Social, Dra. Juliana Salles Machado, mestre em Arqueologia e doutora em Antropologia Social, e Dra. Jozileia Kaingang, doutora em História e mestre em Antropologia Social.
O LABHIN faz parte do Departamento de História e Programa de Pós-Graduação em História da UFSC, junto à linha de pesquisa História Indígena, Etnohistória e Arqueologia, atuando em conjunto com um grupo de Pesquisa homônimo no CNPq, liderado pelo professor Dr. Lucas Bueno e pela professora. Dra. Juliana Salles Machado. Para mais informações confira o site do laboratório: https://labhin.ufsc.br/.
Destacamos, como instituição, a iniciativa como um importante passo para nosso caminho no enfrentamento coletivo da misoginia, machismo e racismo, com o objetivo de incluir todas as mulheres e pessoas em suas mais diversas interseccionalidades em busca da justiça social.









