
ENTREVISTA - Conhecendo a equipe do IEG
Dando continuidade a série de entrevistas com a equipe que integra o IEG, a entrevista é com Camila Alves, graduanda de História na UFSC e integrante do Centro de Documentação do IEG (CEDOC).
A entrevista desta edição traz a contribuição de Camila Alves, graduanda de História na UFSC e integrante do Centro de Documentação do IEG (CEDOC). Ela compõe a nova geração de bolsistas que integram o IEG e contribuem com ideias e trabalho para a realização dos projetos. Nosso objetivo é trazer o pensamento da equipe, mostrando suas ideias, sonhos e reflexões sobre os estudos de gênero e feministas.
Conte-nos como você se aproximou do IEG e como suas atividades dentro do Instituto se relacionam com seus estudos na UFSC.
Camila Alves (CA): Minha aproximação com IEG aconteceu durante a pandemia, quando precisei elaborar meu projeto de TCC para uma disciplina que curso na graduação. Através do contato com a professora Joana Pedro passei a me aprofundar nas pesquisas sobre a questão de gênero e, posteriormente, pude fazer parte da equipe que trabalha no IEG. Não é como se eu nunca tivesse escutado falar do IEG, longe disso! Mas durante a graduação passei por diferentes espaços da UFSC e, agora, chegou a vez de passar pelo IEG - algo que eu recomendo a todas/os/es que tiverem oportunidade.
Quais têm sido suas atividades e prioridades de atuação, considerando o atual momento que vive a UFSC, o país e o mundo, diante da pandemia da Covid-19?
(CA): Minhas atividades relacionadas ao IEG têm sido, principalmente, organizar e disponibilizar trabalhos acadêmicos no Centro de Documentação (CEDOC/IEG), no site do IEG. Algumas vezes, como no Fazendo Gênero, posso auxiliar na transmissão de eventos on-line em que o Instituto se propõe a participar e prestar ajuda técnica, quando necessário. Como a minha presença no IEG depende também do meu desempenho na graduação, uma das minhas prioridades – além de cuidar da saúde mental e física – é conseguir concluir o estágio obrigatório (estágio docente) e conseguir escrever e concluir meu TCC, além claro, das atividades que desempenho no IEG.
Estar no IEG e de certa forma em contato com os estudos de gêneros e feministas têm causado efeitos na sua trajetória pessoal e acadêmica e profissional? Como?
(CA): Estar no IEG tem me permitido uma imersão nos estudos de gênero, por possibilitar que eu mantenha contato com outras pessoas que estudam ou se interessam pelo tema. Pensando em tudo que o país vem enfrentando no seu cenário político, econômico e social, é realmente muito difícil conversar com as pessoas de fora da academia sobre gênero e estudos de gênero, de uma maneira livre e respeitosa. Acredito que o IEG nos permita isso, nos permita fazer um leve furo na bolha, ainda que pequeno, através da disponibilização de materiais ao público, conferências, debates, enfim, uma série de subsídios que o Instituto oferece para que as pessoas possam se instrumentalizar sobre a questão de gênero.









