
ENTREVISTA - Conhecendo a equipe do IEG
Neste boletim trazemos a contribuição de Vandreza Amante, integrante do Instituto de Estudos de Gênero (IEG) e da equipe de divulgação da Revista de Estudos Feministas (REF), confira!
Dando continuidade à série de entrevistas com a equipe que integra o IEG e fazem acontecer nos bastidores, além de contribuírem com ideias e serem pessoas fundamentais para a realização dos projetos. Neste boletim trazemos a contribuição de Vandreza Amante, integrante do Instituto de Estudos de Gênero (IEG) e da equipe de divulgação da Revista de Estudos Feministas (REF).
1 - Conte-nos como você se aproximou do IEG e como suas atividades dentro do Instituto se relacionam com seus estudos na UFSC.
Vandreza Amante (VA): Minha aproximação se deu em razão do estágio pós-doutoral no Programa de Pós-Graduação em História (PPGH) sob orientação da Profª Drª Cristina Scheibe Wolff. Por esse motivo, passei a integrar a equipe de divulgação da Revista de Estudos Feministas (REF) e do Instituto de Estudos de Gênero (IEG). Ministramos em conjunto com outros professores uma disciplina intitulada Debates contemporâneos em estudos feministas e de gênero pelo Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciência Humanas (PPGICH). No ano de 2021 participei dos encontros semanais do Laboratório de Estudos de Gênero e História (LEGH) que aconteceram online. Participei também do Seminário Internacional Fazendo Gênero 12, organizado pela equipe do IEG, entre outros encontros e palestras. Na pesquisa venho desenvolvendo estudos, leituras, entrevistas e fazendo transcrições que irão compor um artigo para finalizar o estágio. É uma experiência única e de muito aprendizado.
2 - Quais têm sido suas atividades e prioridades de atuação, considerando o atual momento que vive a UFSC, o país e o mundo, diante da pandemia da Covid-19?
VA: As atividades remotas consumiram a maior parte do meu tempo no último ano. Por não morar em Florianópolis toda a minha atuação se deu de forma remota. Foi uma oportunidade para continuar estudando com excelentes profissionais que atuam na UFSC. Infelizmente tivemos muitas notícias de pessoas que se infectaram pelo coronavírus, das vulnerabilidades sociais que se aprofundaram, do descaso com a ciência e a educação no Brasil. Por saber desse projeto político aplicado no país não posso deixar de comentar que temos muito trabalho pela frente e que podemos construir um caminho melhor. Agora, com a vacinação em pleno andamento, podemos ter mais confiança e esperança em trabalharmos pelo projeto de sociedade em que acreditamos.
3 - Estar no IEG e de certa forma em contato com os estudos de gêneros e feministas têm causado efeitos na sua trajetória pessoal e acadêmica e profissional? Como?
VA: É uma oportunidade incrível. Tem sido fundamental para que eu possa compreender as relações afetivas que perpassam o cotidiano. Na questão pessoal vejo que é fundamental fazer uma revisão permanente no que nos afeta, nos questionarmos sobre nossos comportamentos, nossas idealizações e atitudes para que possamos refletir sobre a construção dos pilares que sustentam a nossa existência e nos trazem segurança nas tomadas de decisões. Os estudos no IEG ampliaram as minhas possibilidades profissionais de atuação, bem como proporcionaram novos olhares sobre as práticas enquanto jornalista. Na área acadêmica, como professora e pesquisadora, tenho a possibilidade de aprofundar as temáticas necessárias para contribuir nas transformações sociais ancoradas na ciência.









