
Ato em Cuba reúne 100 mil mulheres
Matéria da Folha de São Paulo (1994) sobre protesto de milhares de mulheres pelo retorno do menino Elián González à Cuba, muitas mulheres grávidas e crianças participaram do ato.
- FonteFolha de São Paulo
- Endereçopasta feminismo
Outras mídias

O LEGADO DE MARIELLE FRANCO: VIOLÊNCIAS CONTRA AS MULHERES NA POLÍTICA O dia 14 de março se tornou um marco na história recente do Brasil, devido ao assassinato de Marielle Franco, mulher, negra, periférica, lésbica, vereadora na cidade do Rio de Janeiro. São três anos sem resposta à pergunta “quem mandou matar Marielle?”. Sobre os motivos de quem mandou matar, há várias especulações específicas, mas há um nome dado a essa prática, muito especialmente dirigida às mulheres, que se chama violência política. Em busca da paridade participativa, do respeito à igualdade, da representatividade e presença das mulheres em espaços de poder e tomadas de decisão, muitas tombaram, e não podemos permitir que Marielle seja mais uma a entrar para as estatísticas da impunidade. No coro por justiça e na busca de preservar o legado feminista, o Espaço Cultural Gênero e Diversidade promove a Roda de Conversa - O Legado de Marielle Franco: Violências contra as Mulheres na Política. PARTICIPANTES - Anais Medeiros Passos: Graduada em Relações Internacionais, mestre e Doutora em Ciência Política, Professora do Departamento de Sociologia e Ciência Política da UFSC. - Carla Ayres: Graduada em Ciências Socias, Mestre em Ciência Política e Doutora em Sociologia e Política. Vereadora por Florianópolis. - Flávia Medeiros Santos: graduada em Ciências Sociais, mestre e doutora em Antropologia, Professora do Departamento de Antropologia e do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFSC. - Joana Célia dos Passos: graduada em Pedagogia, especialista, mestre e doutora em Educação, Pós-doutora em Sociologia política. Professora do Departamento de Estudos Especializados em Educação da UFSC e dos Programas de Pós Graduação em Educação (PPGE) e Pós Graduação Interdisciplinar de Ciências Humanas (PPGICH). - Silvia Capanema: graduada em Comunicação social-jornalismo e em Línguas, literaturas e civilizações estrangerias, mestre e doutora em História e Civilizações, professora da Université de Paris 13 e conseillère municipale de Seine- Saint Denis Mediação: Miriam Pillar Grossi - Professora do Departamento de Antropologia, Coordenadora da Área de Estudos de Gênero do PPGICH, pesquisadora do IE/UFSC. Apresentação: Olga Regina Zigelli Garcia - Coordenadora do Espaço Cultural Gênero e Diversidade, pesquisadora IEG/UFSC, Professora do Departamento de Enfermagem da UFSC.
- Universidade Federal de Santa Catarina

O 7º Curso de Curta Duração “Gênero & Feminismos” tem como principal objetivo contribuir ativamente para a construção de uma cultura igualitária, democrática e não reprodutora de estereótipos de gênero, raça/etnia, sexualidades, orientação sexual, capacitismo e geração. É organizado pelo Instituto de Estudos de Gênero (IEG) da UFSC e será ministrado por docentes e pesquisadores/as da UFSC, além de palestrantes convidadas/os que atuam em outras universidades do Brasil. Foi aberto às pessoas interessadas no campo dos estudos feministas e de gênero em Santa Catarina e no Brasil.
- Universidade Federal de Santa Catarina

Matéria do Correio Braziliense (1996) sobre grupo de mulheres feministas protestando contra a descriminação de gênero nos esportes e olimpíadas, alguns países enviavam apenas delegações masculinas para as olimpíadas.

Matéria do Zero Hora (1981) sobre o SOS Mulher e grupos feministas de Porto Alegre que fizeram passeata contra a violência sobre a mulher.

Matéria do Correio Braziliense (1996) sobre a passeata de mulheres em defesa da greve dos mineiros que já dura um mês, esposas cobram solução do governo.

Matéria do Jornal do Brasil (1996) sobre protestos de feministas contra o concurso de beleza que estava acontecendo na Índia por serem contra transformar mulheres em objetos de consumo, algumas mulheres chegaram a ameaçar suicídio coletivo durante o evento.

Nota do jornal O Globo (1996) sobre boneca de aparência escandinava que era vendida e distribuída como Miss Espanha, espanholas protestaram contra a distribuição do brinquedo nas escolas públicas.

Matéria da Tribuna da Imprensa (1987) sobre grupos de mulheres feministas indianas saindo nas ruas para esconder e destruir imagens de mulheres nuas ou com pouca roupa que são usadas para publicidade, grupo Saheli diz que essas imagens transformam os estereótipos femininos em objetos sexuais.

Nota da Folha de São Paulo (1994) sobre ato antifeminista contra o direito das mulheres do campo poderem herdar terras, protesto foi organizado por homens, mas tinha também a presença de mulheres.
