Instituto de Estudos de Gênero
Movimentos feministas no Estado
Recortes de jornais

Movimentos feministas no Estado

Matéria de 1981 sobre movimento feminista no Rio Grande do Sul, esse tema foi abordado em um curso de extensão na Pontifícia Universidade Católica.

  • FonteSem menção ao jornal, apenas endereço Porto Alegre
  • Endereçopasta feminismo
  • Ano de publicação21 de Outubro de 1981

Outras mídias

Vídeos
2nd Global Feminisms and Queer Politics - Virtual Seminar

Live transmitida no dia 11 de Dezembro de 2023, no canal do Youtube "Comunicação Instituto de Estudos de Gênero". Post-Event WAU-IUAES 19TH Word Anthropology Congress (New Delhi/India) December 11th, 2023 at 13:00 UTC December 11th, 2023 at 10:00 UTC-3 (Florianópolis, Brazil) Agenda: Brief welcome and introduction by the new Co-Chairs of the Commission: Prof. Miriam Grossi (Brazil) and Prof. Martha Patricia Castañeda (Mexico). 5-minute presentations from contributors to the 19th World Anthropology Congress. Commentary by commission members. Overview of the Commission's event agenda for 2024, including the WAU Congress in South Africa in November. Closing remarks and networking opportunities. Programação: Boas-vindas e introdução feitas pelas professoras Miriam Grossi (UFSC/Brasil) e Martha Patricia Castañeda Salgado (UNAM/México), representantes da Comissão. Apresentações de colaboradores no congresso. Comentários por membros da comissão. Apresentação geral da agenda de eventos da Comissão para 2024, incluindo o próximo congresso da World Anthropological Union, que ocorrerá em novembro, na África do Sul. Considerações finais e conclusão.

  • Universidade Federal de Santa Catarina
Imagem
Exposição CEDOC/IEG: 50 anos de documentação sobre violência contra as mulheres e a luta feminista por diretos

Junção dos três banners que ficam na sala CEDOC sobre a Exposição "CEDOC/IEG: 50 anos de documentação sobre violência contra as mulheres e a luta feminista por diretos"

  • Universidade Federal de Santa Catarina
Ensaio
O contexto é o que conta: Feminismo e teorias da cidadania

DIETZ, Mary G. El concepto es lo que cuenta. Feminismo y teorias de la ciudadania. Debate Feminista (nº especial). México. 2001. pp. 3-32

Artigo
Por uma metodologia feminista de pesquisa

O trabalho "Por uma metodologia feminista de pesquisa" de Maria Mies, foi publicado em "Theories of Women's Studies II", Women's Studies University of California, Berkeley, editado por Gloria Bowles e Renate Duelli-Klein. REFERÊNCIA: MIES, Maria. (1981). Towards a methodology for feminist research. In Gloria Bowles & Renate Duelli Klein (Eds.), Theories of women’s studies II. Berkeley: University of California.

Trabalho apresentado em evento
O feminismo como perspectiva teórica e como prática política

Trabalho apresentado ao "Seminário sobre a situação da mulher na América Latina", Copenhagen, julho de 1980. O objetivo deste trabalho é fazer um esboço geral do que é o movimento feminista atual, especificamente daquilo que tem sido denominado, de modo geral, como "feminismo socialista", como uma tentativa teórica de relacionar a luta feminista com a luta das classes sociais e dos países oprimidos.

Trabalho apresentado em evento
Feminismo e pesquisa social: repensando a relação observadora-observada

Conferência pronunciada na SBPC, em Campinas, 1982, por ocasião da Mesa Redonda "A mulher como objeto de estudo"

Projetos de pesquisa
Análise do movimento pela humanização do parto e do nascimento no Brasil

PROJETO DE TESE Parto e Poder é um estudo antropológico que analisa as relações entre assistência ao parto e políticas de humanização desenvolvidas no Brasil e que atendem recomendações da OMS (Organização Mundial de Saúde). Um dos principais atores que protagoniza as ações em prol da humanização é a REHUNA (Rede de Humanização do Parto e do Nascimento), teia de movimento que abriga profissionais da saúde e ONGs ligadas ao feminismo. A pesquisa empírica enfoca, assim, a REHUNA (suas formas de organização e seu ideário), e também duas experiências institucionais de humanização da assistência: uma maternidade pública em Florianópolis, Santa Catarina e dois cursos de capacitação de parteiras tradicionais, no Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais. Foram feitas, assim, três etnografias: da Rede, da Maternidade e dos Cursos, através de observação participante, entrevistas e histórias de vida. O movimento pela humanização do parto é visto como um desdobramento do parto sem dor, vanguarda obstétrica que veio da Europa nos anos 50, e que já explicitava as relações intrínsecas entre parto e política. O Parto Humanizado atual incorporou um ethos individualista-libertário, comum aos movimentos sociais pós-anos 70 e partilhado por camadas médias urbanas, as quais pertencem os ativistas da rede. Procura-se compreender como o feminismo é interpretado pelo movimento e se a humanização da assistência ao parto aponta para mudanças nas relações de gênero e de poder que historicamente constituíram o campo da assistência ao parto no Brasil. *A tese final está disponível online em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/86639/207876.pdf?sequence=1&isAllowed=y

  • Universidade Federal de Santa Catarina
Folheto
Um pouco do que você precisa saber sobre as Lésbicas

O Coletivo de Feministas Lésbicas publicou em 1990 um folheto pequeno sobre dúvidas constantemente questionadas diante do assunto lésbico. Assim, apresentando perguntas gerais e explicando sobre, para que se reflita sobre a vivência lésbica como uma possibilidade que se contrapõe à heterossexualidade obrigatória, que oprime, constrange e infelicita tantas mulheres. A cartilha completa se encontra presencialmente no acervo do CEDOC.

Recortes de jornais
Irmãs católicas entram na guerra dos sexos

Matéria do Correio Braziliense (1996) escrita por Roberto Novaes sobre freiras que tentam tornar o mundo menos machista, discutisse a igualdade entre os sexos por parte de algumas frações da religião.

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