
Revista Gênero
A revista Gênero é um periódico de circulação nacional. Surge em 2000 como uma iniciativa do Núcleo Transdisciplinar de Estudos de Gênero vinculado, inicialmente, à PROEX,/UFF e, a partir de 2004, ao Programa de Estudos Pós-Graduados em Politica Social da UFF. Publica ensaios, relatos de pesquisa, resenhas e entrevistas destinados a divulgar contribuições teóricas de interesse dos estudos feministas e de gênero nas diferentes tradições disciplinares, num arco de questões que dizem respeito às feminilidades, às homossexualidades e às masculinidades dentre outros temas correlatos. Sofre uma reforma gráfica em 2004, acompanhada de mudanças gerenciais e conceituais. Passa, desde então, a organizar dossies disciplinares e temáticos. Em 2003, se associa ao portal feminista. A revista é publicada semestralmente com trabalhos de autoras(es) brasileiras(os) e traduções das(e) autoras(es) estrangeiras(os).
- ISSN:15179699
- ISSN eletrônico:http://www.revistagenero.uff.br/index.php/revistagenero
- Idioma:Português
- Editora:EdUFF
- Coordenação editorial:Andréa PuppinCenira Duarte BragaJoão Bôsco Hora GóisLaura Cavalcante PadilhaMárcia Cavendish WanderleyRachel SoihetSuely Gomes Costa
- Endereço:Programa de Estudos Pós-Graduados em Política Social <br/>Rua Professor Marcos Waldemar de Freitas Reis – Bloco E – 3º andar <br/>Campus Universitário do Gragoatá <br/>Niterói - Rio de Janeiro CEP-24210-201 <br/>Telefone: (21) 2629-2752
Volumes
- Revista Gênero
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A percepção da onipresença do corpo na cultura contemporânea tem estimulado uma extensa produção acadêmica sobre esta temática em diferentes campos do conhecimento. Particularmente, no campo das ciências sociais e humanas tais estudos têm enfatizado a intrínseca relação entre corpo, identidade e diferença, enfatizando os modos pelos quais o poder opera para constituir essas relações. Este dossiê reúne um conjunto de textos de estudiosas(os) do tema que focalizam processos educativos e culturais que se desenvolvem em diferentes instâncias do social e o fazem utilizando-se de perspectivas teóricas como Estudos Culturais, Estudos de Gênero, Pós-Estruturalismo, Estudos Gays e Lésbicos, Epistemologias Feministas e História do Corpo. Nesse sentido, estes textos se afastam de perspectivas teóricas que tomam o corpo como uma entidade biológica universal para teorizá-lo como um constructo sociocultural e lingüístico, produto e efeito de relações de poder. Uma perspectiva como esta implica refletir sobre processos que distinguem e separam corpos, dotando-os de um determinado gênero, de uma determinada raça, de uma determinada sexualidade, por exemplo. Isso não significa que eles neguem a materialidade do corpo ou digam que ela não importa. O que eles fazem é mudar o foco das análises que operam, problematizando processos e relações sociais que tomam a biologia como causa e explicação de diferenças e desigualdades sociais. Como tais processos e relações são, fundamentalmente, educativos, consideramos que este dossiê apresenta subsídios instigantes para que educadores e educadoras questionem as práticas educativas e culturais nas quais estão envolvidos, no sentido de reconhecer as implicações destas para a construção e valoração de determinados tipos de corpos e identidades e, portanto, também, para a sua desconstrução.
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Nas últimas décadas, a participação feminina no mercado de trabalho ampliou-se expressivamente. Paralelamente ao crescimento dos cursos de pós-graduação brasileiros, multiplicaram-se os títulos que tratam desta questão, construindo uma vasta literatura socioeconômica que analisa este tema. Na trajetória desse desenvolvimento, este número da Revista Gênero apresenta uma gama variada de abordagens sobre a presença das mulheres e homens no mercado de trabalho dentro de uma perspectiva histórica, bem como numa análise estrutural da temática.
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