
Agosto Lilás
Mês da consciência contra a violência doméstica
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“Os povos indígenas têm direito à autodeterminação. Em virtude desse direito determinam livremente sua condição política e buscam livremente seu desenvolvimento econômico, social e cultural.”

Confira a entrevista com a Rosana Cássia dos Santos, professora do Departamento de Língua e Literatura Vernáculas e do Programa de Pós-Graduação em Literatura (UFSC); e coordenadora do Núcleo Literatual.

Nossa entrevistada é a ativista Devani Oliveira de Araújo, que integra a Direção Estadual do MST de Mato Grosso.

Confira a entrevista com o professor Adriano Beiras, professor do Programa de Pós-graduação e do Departamento de Psicologia e coordenador do Núcleo de Pesquisa Margens/UFSC.

Para nós, o Artivismo abraça as intervenções culturais, sociais e políticas, produzidas por pessoas ou coletivos, que se valem de estratégias artísticas, estéticas ou simbólicas para amplificar, sensibilizar e problematizar junto a sociedade, causas e reivindicações sociais, políticas, econômicas, ambientais e culturais.

A PROPG, lançou no dia 31/07, Editais do PRINT para bolsas remanescentes de Doutorado Sanduíche, Professor Visitante no Brasil e Professor Visitante no Exterior!

Dia de celebrar as existências e as identidades das mulheres lésbicas!

O Agosto Lilás, marcado pela conscientização da importância do combate à violência contra a mulher, encerra com uma medida do Estado brasileiro que ataca e mantém as estruturas violentas no nosso país, com a Portaria nº 2282 do Ministério da Saúde (28/08), que coloca vidas em risco, criminaliza as vítimas e dificulta o acesso aos serviços públicos de saúde. Que seja respeitado a vontade de meninas e mulheres vítimas de violência sexual e assegurado seu direito de decidir acessar o aborto legal e seguro.

Leia o emocionante relato da Inez Elizabeth Martins, que se utilizou do artesanato não só como uma terapia alternativa, mas também como uma forma de se engajar politicamente na luta feminista. "Experiência maravilhosa, pois as peças expostas chamam atenção, e neste momento, procuro dialogar sobre a necessidade e a importância das lutas por direitos, igualdade, isso é uma questão coletiva, para um bem maior, o bem de todos, e que todas as mulheres e todas as minorias saibam, que só resistindo e lutando, cada um com seus meios, mas unidos, construiremos um mundo mais justo, solidário e feliz.". Confira!
