
ENTREVISTA - Conhecendo a equipe do IEG
Neste boletim trazemos a contribuição de Júlia Schuster Strack, graduanda em História/UFSC e bolsista do Projeto Bolsa Cultura da Secarte, que atua no Centro de Documentação (CEDOC). Confira!
Dando continuidade à série de entrevistas com a equipe que integra o IEG e fazem acontecer nos bastidores, além de contribuírem com ideias e serem pessoas fundamentais para a realização dos projetos. Neste boletim trazemos a contribuição de Júlia Schuster Strack, graduanda em História/UFSC e bolsista do Projeto Bolsa Cultura da Secarte, que atua no Centro de Documentação (CEDOC).
1 - Conte-nos como você se aproximou do IEG e como suas atividades dentro do Instituto se relacionam com seus estudos na UFSC.
Júlia Strack (JS): Me aproximei do Instituto de Estudos de Gênero através do início da minha graduação em História, em 2021. Por meio das redes sociais do IEG pude conhecer um pouco mais sobre as questões de Gênero e feminismos que sempre me interessaram antes mesmo de iniciar a carreira acadêmica. Então, encontrar um espaço onde eu trabalhe com a área de pesquisa do meu interesse representa uma oportunidade incrível e única. Faço parte do Centro de Documentação (CEDOC) e estar no local do acervo divulgando e buscando materiais contribui totalmente com a minha formação, unindo a história com os diversos arquivos presentes no centro.
2 - Quais têm sido suas atividades e prioridades de atuação, considerando o atual momento que vive a UFSC, o país e o mundo, diante da pandemia da Covid-19?
(JS): Atualmente, minhas atividades remotas no CEDOC se tornaram um espaço de divulgação que se desenvolveu nos tempos de pandemia, já que as consultas presenciais ao acervo foram suspendidas. Dedicar-se com a transmissão de livros, revistas, dissertações e teses, bem como documentos históricos e midiáticos se tornaram fundamentais para auxiliar os pesquisadores com os materiais catalogados no site. Além de ser um espaço onde eu também pesquiso e me integro com arquivos, trazendo indicações de leitura para o público e divulgando no Instagram do CEDOC e site do IEG.
3 - Estar no IEG e de certa forma em contato com os estudos de gêneros e feministas têm causado efeitos na sua trajetória pessoal e acadêmica e profissional? Como?
(JS): Com certeza. A ligação que construo entre a graduação e as minhas atividades tem sido uma maneira de integrar os meus estudos e me aprofundar cada vez mais no campo de Gênero. Me sinto extremamente grata por estar ao lado de pessoas que contribuem, a partir do IEG, e atuam como divulgadoras de conhecimento.









