
ENTREVISTA - Conhecendo a equipe do IEG
Dando continuidade a série de entrevistas com a equipe que integra o IEG, a entrevista de hoje é da estudante de Cinema, Lígia Mota, que atua na Comunicação do IEG.
Na edição Novembro/Dezembro do Boletim de Notícias do IEG, damos continuidade a série de entrevistas com a equipe que integra o IEG, as pessoas que trabalham nos bastidores, ajuda na elaboração e que são imprescindíveis para a realização dos projetos. Nosso objetivo é visibilizar o pensamento das/os bolsistas, mostrando suas ideias, sonhos e reflexões sobre os estudos de gênero e feministas. Conheça a estudante de Cinema, Lígia Mota, que atua na Comunicação do IEG.
Conte-nos como você se aproximou do IEG e como suas atividades dentro do Instituto se relacionam com seus estudos na UFSC:
Lígia Mota (LM): Conheci o IEG pelos eventos do Fazendo Gênero e pela professora Alessandra Brandão que foi minha professora na graduação. Como estudante de Cinema e trabalhando com comunicação e arte, entendo que os estudos de gênero, raça e sexualidades estão diretamente ligados ao comunicar audiovisual. É necessário entender as intersecções da sociedade para produzir um bom audiovisual.
Quais têm sido suas atividades e prioridades como bolsista do IEG, considerando o atual momento que vive a UFSC, o país e o mundo, diante da pandemia da Covid-19?
LM: Estou responsável pelo canal do IEG no Youtube e colaborando com a gestão de imagens e mídias sociais. Durante a pandemia, meu trabalho ficou muito focado na transmissão on-line dos eventos do Instituto, já que todas as atividades passaram a ser on-line, e com isso movimentar ainda mais o canal do Youtube com conteúdo produzido pelo IEG nesses 15 anos.
Estar no IEG e de certa forma em contato com os estudos de gêneros e feministas têm causado efeitos na sua trajetória pessoal e acadêmica e profissional? Como?
LM: Acredito que meu trabalho no IEG causa efeito em todas as áreas da minha vida, principalmente na pessoal. Tenho aprendido diariamente e isso tem impactado diretamente minhas relações pessoais. Do ponto de vista acadêmico e profissional, tem colaborado no sentido de amadurecer meu olhar cinematográfico, como e quais histórias vêm sendo contadas pelos veículos de comunicação.









