
ENTREVISTA - Conhecendo a equipe do IEG
Dando continuidade a série de entrevistas com a equipe que integra o IEG, a entrevista de hoje é da estudante de História Kamilah Carriço, que atua no CEDOC.
Nesta edição, dando continuidade a série de entrevistas com a equipe que integra o IEG, as pessoas que trabalham nos bastidores, ajuda na elaboração e que são imprescindíveis para a realização dos projetos. Nosso objetivo é visibilizar o pensamento das/os bolsistas, mostrando suas ideias, sonhos e reflexões sobre os estudos de gênero e feministas. Conheça a estudante de História, Kamilah Carriço, que atua no CEDOC.
Conte-nos como você se aproximou do IEG e como suas atividades dentro do Instituto se relacionam com seus estudos na UFSC:
Kamilah Carriço (KC): Conheci o IEG no início da graduação através de colegas do curso, eu já tinha interesse em estudar história das mulheres e não conhecia muito da área, mas não cheguei a participar de nenhum projeto, até que em 2019 apareceu várias oportunidades de bolsa tanto no Laboratório [LEGH], quanto no Instituto, e resolvi tentar para me aproximar mais dessa área de estudo e ter mais experiência de trabalho com coisas diferentes. Como eu sou bolsista do Centro de Documentação do IEG (CEDOC) a minha função está bastante ligada à catalogação de livros, documentos, organização do espaço de pesquisa e também na divulgação desses materiais para o público. Enquanto estudante de história foi importante ter esse contato com a experiência do tratamento das fontes, acervos e preservação de memória.
Quais têm sido suas atividades e prioridades como bolsista do IEG, considerando o atual momento que vive a UFSC, o país e o mundo, diante da pandemia da Covid-19?
KC: O CEDOC é uma frente que tem muita demanda presencial, é necessário estar lá para catalogar o que precisa, organizar as estantes e poder oferecer a pesquisa, então foi bem difícil essa adaptação para o trabalho em casa, mas desenvolvemos o projeto de divulgação do CEDOC e dos seus materiais, que já era uma proposta que foi pensada antes da pandemia, e por meio das redes sociais (principalmente no instagram @cedoc.ieg) podemos compartilhar sobre o que é o CEDOC, quais livros e documentos tem lá, divulgar entrevistas e depoimentos de integrantes do IEG em formato de vídeo, para que mais pessoas tenham conhecimento do nosso centro de documentação e possam usufruir de toda informação que tem ali, que possam aprender e também produzir pesquisas a partir disso, que foi com esse propósito que o CEDOC foi criado.
Estar no IEG e de certa forma em contato com os estudos de gêneros e feministas têm causado efeitos na sua trajetória pessoal e acadêmica e profissional? Como?
KC: Sim, trabalhar no IEG me proporcionou um maior contato com as discussões de gênero e pude expandir meus conhecimentos, serviu como um maior incentivo a gostar de pesquisar sobre isso, o IEG e o LEGH me deram uma base muito sólida para me aprofundar nessa área e futuramente desenvolver projetos ligados à gênero e história.









