
Coreografias do feminino
O ponto de partida deste livro é o pensamento do filósofo Jacques Derrida e sua articulação com autoras como Judith Butler, Gaiatry Spivak, Drucilla Cornell, Diane Elam, Joan Scott e Elizabeth Grosz. As coreografias do feminino são indicação do movimento, da dança que a feminista Emma Goldman evocava já no século XIX e que serviu de inspiração para Derrida pensar além da estrutura binária do par opositivo feminino/masculino.
- Palavras-chavefeminino, desconstrução, teoria feminista, título
- AutoresCarla Rodrigues
- EditoraMulheres
- ISBN978-85-86501-83-8
- Número de páginas133
Outros livros

Publicação semestral editada pelo Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Santa Catarina (Vol.15, N. 21, Abril 1997). "Divulga a reflexão de um tema tão importante como o das representações que são construídas sobre o masculino e feminino; afinal são elas que regem as relações entre homens e mulheres que, como constataremos no decorrer dos textos, ainda estão longe de alcançar a tão almejada igualdade. Esse número é o resultado de um Encontro Interdisciplinar e isto é muito produtivo, pois, diferente das categorias colonizadas por determinados ramos do conhecimento, o gênero tem permeado, como categoria de análise, as mais diferentes disciplinas, constituindo-se como um campo de estudo fluído e crescente."
- Português
- Centro de Filosofia e Ciências Humanas - Universidade Federal de Santa Catarina

Este volume do periódico Estudos da Língua(gem) ruene diferentes trabalhos sobre a questão do gênero, discursos a respeito da mulher e linguagem.
- Francês
- Sírio Possenti (Org.)

Sete contos, diferentes pontos de vista, narradores que nos conduzem por seus caminhos através de desvios, curvas e pontes, pra brincar de inventar corpo e gênero. Esse livro é uma pequena presença para questionar as ausências de personagens trans na maioria dos outros materiais publicados que passaram por minhas mãos. Encontrar literaturas que se identifiquem com minhas vivências é uma maneira de me sentir presente no mudo e de vislumbrar realidades possíveis para nossa existência. Nos queremos presentes, nos queremos vivendo.
- Português
- Alcan

Este livro trata de mulheres armadas: policiais, soldados, guerrilheiras. A discussão proposta vai além da narrativa de incorporação das mulheres nesses espaços, tidos como construtores da masculinidade, nos quais sua presença foi sistematicamente negada e/ou ocultada. Trata-se de uma reflexão que envolve o gênero, uma vez que a instituição da guerra, das armas e a violência de uma maneira geral são associados ao masculino e negadas ao feminino. Chamo atenção para o caráter feminista e militante deste livro, pois ele contribui para romper o esquecimento imposto às mulheres que participaram e participam dos espaços e eventos militares, guerreiros, guerrilheiros e, ao mesmo tempo, para desconstruir estereótipos de gênero. Escritos por pesquisadoras de diferentes formações (História, Pedagogia, Direito e Sociologia), os capítulos estão enlaçados a partir da discussão de como as delimitações do binarismo do gênero foram negociadas, transgredidas e/ou ressignificadas a partir da presença de mulheres na esfera considerada da ação militar: seja na polícia, no exército ou na guerrilha. Vale a pena ler cada capítulo refletindo sobre o ocultamento dessas guerreiras, quanto é, claro sobre a centralidade da guerra e da violência na nossa sociedade em que queremos da paz.
- Português
- Rosemeri Moreira

O cuidado com o corpo é considerado exigência da Modernidade, sendo ao mesmo tempo resultado e produto de uma série de elementos: o desenvolvimento da ciência e das tecnologias; a expansão do mercado de produtos e serviços para o corpo; a substituição da higiene pelo prazer; a identificação da personalidade com a aparência. O cuidado vem se transformando numa ditadura, pela qual o corpo deve corresponder à expectativa moderna: ser moldado arduamente e sem vestígios de naturalidade. O corpo, desse forma, adquire um novo valor e constitui, juntamente com a ciência e o mercado, um novo arquétipo da felicidade. Por situar-se na interconexão entre a Cultura e Natureza, o corpo representa um importante foco de reflexão para o renorteamento do eixo civilizatório, dada a existência de uma profunda crise mundial que atinge desde os âmbitos social e econômico, como o político e o ecológico, com implicações éticas e epistemológicas para o futuro do planeta.
- Português
- Ana Márcia Silva

Este livro apresenta uma pequena mostra do feminismo acadêmico de dois relevantes e históricos centros de produção de conhecimento feminista do país: PPGNEIM/UFBA e IEG/UFSC. As análises aqui reunidas documentam as características contemporâneas dos feminismos em geral e do brasileiro em particular. Nelas ainda podemos identificar linhagens do pensamento feminista brasileiro que vêm tomando forma desde, pelo menos, a década de 1980 por meio da criação de núcleos de estudos...
- Português
- Miriam Pillar Gorssi, Alinne de Lima Bonetti (org.)

- Espanhol
- PIKER, Mirta Leticia Arbetman

- Português
- BRANDÃO, Izabel e MUZART, Zahidé L.

- Português
- SENA, Tito
