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Sobre o CEDOCObras sobre “desconstrução”
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O ponto de partida deste livro é o pensamento do filósofo Jacques Derrida e sua articulação com autoras como Judith Butler, Gaiatry Spivak, Drucilla Cornell, Diane Elam, Joan Scott e Elizabeth Grosz. As coreografias do feminino são indicação do movimento, da dança que a feminista Emma Goldman evocava já no século XIX e que serviu de inspiração para Derrida pensar além da estrutura binária do par opositivo feminino/masculino.
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- Carla Rodrigues

Este artigo apresenta reflexões formuladas a partir de uma pesquisa que buscou problematizar a experiência de mulheres-mães na relação construída com filhos e filhas na perspectiva do masculino e do feminino. A partir da estratégia da desconstrução, realizou-se a leitura de textos produzidos por mulheres-mães buscando evidenciar a lógica falologocêntrica que sustenta os atributos designados às mulheres e aos homens, bem como problematizar binarismos que sustentam o par disjuntivo feminino e masculino. O jogo de forças atuante no desvelamento da desconstrução e no esforço de barreira operado pela metafísica da presença abre brechas para a elaboração de práticas que embaralham os limites entre o que é estar na norma ou fora dela, ampliando as possibilidades de experiências subjetivas.
- Estudos Feministas, Vol. 20, n.3

Este texto se volta para as vicissitudes do informante nativo como figura na representação literária. A autora trabalha "com uma oposição binária relativamente antiquada entre filosofia e literatura, segundo a qual a primeira concatena argumentos e a segunda concebe o impossível. Para ambas o informante nativo parece inevitável". Ela examina a posição desse informante à luz do que chama de "axiomática do imperialismo" em Jane Eyre, de Brontë, Wide Sargasso Sea, de Rhys, e Frankenstein, de Shelley, para concluir com uma leitura de "Pterodactyl, Puran Sahay and Pirtha", de Mahasweta Devi.
- Cadernos Pagu, Crônicas Profanas , v.19
