CEDOC
O Centro de Documentação reúne um conjunto de materiais digitais e físicos do campo dos estudos de gênero, feminismos e sexualidades. Destacamos o Acervo Tito Sena, livros editados pelo IEG, a coleção Revista Estudos Feministas, entre outras.
(...) O que uma escritora como Marlene de Fáveri podia fazer numa situação assim? Escrever. Ela ouviu seu coração e sentou-se para escrever. Surgiu a série Crônica - a incontingência da clausura, publicada semanalmente no site do Portal Catarinas. Tão cientista da História por toda uma vida, Marlene se apoiou naquela ciência para derramar no papel (pois ela escreve a mão, num caderno) sua alma de poeta, rasgando as vísceras do que era estar presa pelo COVID, irremediavelmente prisioneira por um vírus invisível, mais prisioneira, como também estou, dentro de uma casa do que se ela possuísse muros inescaláveis. Em pouco mais de cinco meses está aí o primeiro resultado, o alentado livro que reúne as 25 primeiras crônicas que Marlene escreveu na clausura, e que você vai adorar! (...) Da apresentação da escritora Urda Alice Klueger.
- Português
- Marlene de Fáveri
(...) O que uma escritora como Marlene de Fáveri podia fazer numa situação assim? Escrever. Ela ouviu seu coração e sentou-se para escrever. Surgiu a série Crônica - a incontingência da clausura, publicada semanalmente no site do Portal Catarinas. Tão cientista da História por toda uma vida, Marlene se apoiou naquela ciência para derramar no papel (pois ela escreve a mão, num caderno) sua alma de poeta, rasgando as vísceras do que era estar presa pelo COVID, irremediavelmente prisioneira por um vírus invisível, mais prisioneira, como também estou, dentro de uma casa do que se ela possuísse muros inescaláveis. Em pouco mais de cinco meses está aí o primeiro resultado, o alentado livro que reúne as 25 primeiras crônicas que Marlene escreveu na clausura, e que você vai adorar! (...) Da apresentação da escritora Urda Alice Klueger.
- Português
- Marlene de Fáveri
Com foco na temática da judicialização e das práticas alternativas de justiça, o projeto nasceu com o objetivo de mapear e descrever mecanismos e práticas de promoção de justiça, de reparação moral e de mediação em casos de “violência de gênero” identificados pelos sistemas de justiça no Brasil e na Argentina, numa abordagem comparada. Buscamos, portanto, evidenciar através de pesquisas de campo aspectos judicializantes e experimentos ditos “alternativos” que marcam a rede de atenção à “violência de gênero” no Brasil, bem como os dispositivos jurídicos no Brasil e na Argentina.
- Português
- Fernanda Cardozo e Theophilos Rifiotis
Apresentamos aqui um conjunto de pistas para a pesquisa que emergem de trajetórias consolidadas ao longo dos anos sobre a judicialização da “violência de gênero”. Sendo assim, este livro é dedicado a uma necessária sistematização dos fundamentos para a pesquisa sobre a judicialização da “violência de gênero” no seu estado atual, procurando identificar caminhos possíveis para o desenvolvimento do campo de estudos e para o aprofundamento do diálogo com os agentes de intervenção. São ensaios que buscam elencar elementos analíticos considerados de base para a pesquisa antropológica e que podem, em certa medida, ampliar a troca com outras disciplinas, com grupos organizados em torno de bandeiras feministas, bem como com profissionais que atuam no sistema judiciário e em outras instituições que se defrontam com os desafios da judicialização da “violência de gênero”.
- Português
- Fernanda Cardozo e Theophilos Rifiotis
- Português
- MULHER, Conselho Estadual dos Direitos da





