Instituto de Estudos de Gênero
Gênero: homem, mulher e direitos
Monografia

Gênero: homem, mulher e direitos

Trata-se de uma abordagem teórica que enfatiza as relações de gênero enquanto construção social assentada num padrão de relações hierarquizadas que confere ao homem a posição de mando e a mulher à posição de submissão, o estabelecimento desses papeis sociais reforça a legitimação da violência contra a mulher como modelo natural das relações entre os sexos. Utiliza como universo de análise os usuários da Delegacia Especializada em Defesa da Mulher do município de Natal. Assinala o processo educativo interdisciplinar desenvolvido por meio de palestras junto à população dos bairros da cidade como ferramenta para explicitar os mecanismos que impõe as desigualdades entre os sexos; visa sensibilizar a população para o reconhecimento dos direitos da mulher enquanto cidadã, incentivando a construção de uma nova ordem societária que difunda o respeito às diferenças e singularizações de gênero


Outras mídias

Vídeos
[RODA DE CONVERSA] CONEXÕES FEMINISTAS BRASIL-PALOPS: A LUTA POR DIREITOS E POLÍTICAS PÚBLICAS

Roda de conversa transmitida em 5 de junho de 2023, intitulada Conexões feministas Brasil-PALOPS: A luta por direitos e políticas públicas

  • Universidade Federal de Santa Catarina
Capítulos de livros
Abrazar la vida - Mujer, ecología y desarrollo

Tomando los tres temas relacionados de desarrollo, ecología y género, este libro mantiene que existe una íntima conexión entre la degradación de la mujer y la degradación de la naturaleza en la sociedad contemporánea. Ambas degradaciones derivan de las premisas en las que se basa el mal desarrollo, también conocido como desarrollo económico. Este mal desarrolo explotador por definición y cada área de la actividad humana baseada en él margina de las mujeres y a la naturaleza.

Ensaio
A velhice e a mulher

O trabalho busca entender sob que condições psicossociais as mulheres brasileiras envelhecem e quais as determinações determinações da cultura sobre o comportamento da mulher idosa. Texto escrito por Antonio Moura, psiquiatra, psicodramatista, e professor do Departamento de Psicologia da FFCH/ UFBa, e por Maria Helena Machado, socióloga, professora/pesquisadora do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde - ENSP/FIOCRUZ

Ensaio
Textos de Antropologia I

Obra impressa com 14 textos de Antropologia, e envolvem temas como: Antropologia, Natureza, Cultura, Sociedade, Sociologia e transformação do homem. Textos: 1) Prefácio à Edição Norte-Americana (Meggers, Betty J.); 2) Sobre a Natureza e o Significado da Ciência Antropológica (Paul, Bohannan); 3) Natureza e Funções da Cultura (Willens, E.); 4) O Indivíduo, a Cultura e a Sociedade (Linton, Ralph); 5) O Papel do Trab. na Transformação do Macaco em Homem (Engels, P.); 6) Socialização (Levy Jr, Marion J.); 7) Homem, Cultura e Sociedade (Hoebel, E. Adamson); 8) A Perspectiva Sociológica - O Homem na Sociedade (Berger, P.); 9) A Sociedade como Realidade Objetiva ( Berger, P.); 10) O Habitat e a Cultura (Herskcvits, M.J); 11) Nacirema (Miner, Horace); 12) Preconceito; 13) Sociologia das Invenções (Costa Pinto, L.A.); 14) A Verdadeira Origem do Homem.

  • Universidade Federal de Santa Catarina
Trabalho apresentado em evento
Divisão sexual do trabalho e relações de gênero: anotações sobre o tema

Trabalho apresentado no XII Encontro Anual da ANPOCS, do Grupo de Trabalho "Mulher e Política"

Trabalho apresentado em evento
A construção do tempo feminino: da (im)possibilidade do extraordinário

Trabalho apresentado ao XII Encontro Anual da ANPOCS, do Grupo de trabalho "Mulher e Política"

Trabalho de Conclusão de Curso
Mulher e violência na sociedade capitalista

O presente trabalho optou por abordar uma particularidade que a cada dia se insere no cotidiano de homens e mulheres, independente de camadas sociais a que pertençam: a violência contra a mulher, baseada na experiência de estágio do curso de Serviço Social na Delegacia de Defesa da Mulher.

  • Universidade Estadual do Ceará, Universidade Federal do Ceará
Projetos de pesquisa
Análise do movimento pela humanização do parto e do nascimento no Brasil

PROJETO DE TESE Parto e Poder é um estudo antropológico que analisa as relações entre assistência ao parto e políticas de humanização desenvolvidas no Brasil e que atendem recomendações da OMS (Organização Mundial de Saúde). Um dos principais atores que protagoniza as ações em prol da humanização é a REHUNA (Rede de Humanização do Parto e do Nascimento), teia de movimento que abriga profissionais da saúde e ONGs ligadas ao feminismo. A pesquisa empírica enfoca, assim, a REHUNA (suas formas de organização e seu ideário), e também duas experiências institucionais de humanização da assistência: uma maternidade pública em Florianópolis, Santa Catarina e dois cursos de capacitação de parteiras tradicionais, no Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais. Foram feitas, assim, três etnografias: da Rede, da Maternidade e dos Cursos, através de observação participante, entrevistas e histórias de vida. O movimento pela humanização do parto é visto como um desdobramento do parto sem dor, vanguarda obstétrica que veio da Europa nos anos 50, e que já explicitava as relações intrínsecas entre parto e política. O Parto Humanizado atual incorporou um ethos individualista-libertário, comum aos movimentos sociais pós-anos 70 e partilhado por camadas médias urbanas, as quais pertencem os ativistas da rede. Procura-se compreender como o feminismo é interpretado pelo movimento e se a humanização da assistência ao parto aponta para mudanças nas relações de gênero e de poder que historicamente constituíram o campo da assistência ao parto no Brasil. *A tese final está disponível online em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/86639/207876.pdf?sequence=1&isAllowed=y

  • Universidade Federal de Santa Catarina
Trabalho de Conclusão de Curso
Ser ou não ser [bela]? Eis a questão: Uma etnografia das representações do corpo belo em Florianópolis

Nesta pesquisa, parto da hipótese que a beleza é fundamental para a mulher sentir-se bem na sociedade; prerrogativa esta, produzida estrategicamente, de forma pedagógica, nos meios de comunicação escrita e televisiva, nas academias de ginástica, nas escolas, nas famílias, impondo as mulheres um padrão, que se não seguido, as torna "diferentes". Penso sobre as características de uma determinada cultura - a de corpo "belo" - analisando as representações de corpo e as técnicas que são utilizadas para se construir esse corpo. Essas técnicas são incentivadas para a obtenção de um corpo magro e jovem, que é uma percepção subjetiva. A questão corpo/beleza é abordada antropologicamente, visando refletir-se sobre a importância que as mulheres estão dando à aparência e à manutenção da juventude e do corpo belo, relacionando-a com fatores culturais. Relaciono este tema com as representações de corpo belo que obtive em campo, na cidade de Florianópolis (SC), com mulheres na faixa etária de 35 a 55 anos.

  • Universidade Federal de Santa Catarina

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