
Mulher e Política
Manifesto publicado pelo Centro da Mulher Brasileira e Sociedade Brasil-Mulher no ano de 1981, onde fala sobre as organizações populares que mobilizam lutas sindicais pelas mulheres a partir de 1975/1976. Assim como o manifesto traz também a história sequencial das discussões e questões sobre mulher e política, contando com 8 páginas.
- FonteCentro da Mulher Brasileira e Sociedade Brasil-Mulher
- Endereço-
- Ano de publicaçãoNovembro de 1981
Outras mídias

10ª Roda: Gênero, Corpos e Saúde Aconteceu no dia 26 de Junho de 2023, transmitido pelo canal do Youtube Comunicação Instituto de Estudos de Gênero. Coordenação: Professora Débora de Carvalho Figueiredo Debatedore: Ale Mujica Rodriguez (Saúde Coletiva/UFSC) A roda traz os seguintes trabalhos: "O (não) silenciamento de corpos: uma análise crítica do discurso de campanhas sobre o HIV no Brasil", por José Augusto Simões de Miranda - NUGAL; "Uma compreensão feminista e decolonial da saúde única nas periferias", por Yarlenis Mestre Malfrán - LEGH; "A vivência da menstruação para pessoas em situação de pobreza menstrual", por Beatriz Alvez - NUGEMS; "Corpos na grande aceleração: gênero e história ambiental", por Luciana Rosar Fornazari Klanovicz - LABGEF Ale Mujica Rodriguez também traz questões para debate sobre os trabalhos apresentados, e foi aberta uma rodada de perguntas aos participantes da live. Rodriguez tem experiência na área de Medicina, com ênfase nos estudos nas áreas de Chagas e sexualidade. Desenvolve pesquisas no campo das questões Trans (Transexualidades, travestilidades e trangeneridades) saúde LGB, gênero e saúde, gordofobia, políticas públicas. Elu participa ativamente do movimento Trans e lésbico, do movimento gordo, do movimento feminista em saúde e da frente catarinense pela legalização e descriminalização do aborto.
- Universidade Federal de Santa Catarina

O 1º Colóquio de Pesquisadoras/es do Instituto de Estudos de Gênero (IEG/UFSC), visa conhecer e levar ao conhecimento público o conjunto das pesquisas em desenvolvimento, que estão sendo realizadas por pesquisadoras/es atuantes nas frentes, núcleos e laboratórios ligados ao IEG, bem como de suas associadas. As sessões são organizadas por afinidades temáticas das pesquisas, e acontecerá na última segunda-feira de cada mês, buscando conectar os temas ao Calendário Anual das Diversidades.
- Universidade Federal de Santa Catarina

Trabalho apresentado ao XII Encontro Anual da ANPOCS, do Grupo de Trabalho "Mulher e Política"

Trabalho apresentado na XVII Reunião da Associação Brasileira de Antropologia, no Grupo de Trabalho "Relações de Gênero". O trabalho desenvolve o significado de gênero e como este conceito vem sendo utilizado no Brasil

O principal objetivo deste estudo monográfico consiste em verificar como se dá a trajetória do discurso da participação da mulher e a incorporação do debate de gênero no MST, partindo da hipótese de que a incorporação da questão de gênero no movimento está conectada com a busca por transformações sociais mais amplas. Além desta questão, procura-se, de forma ilustrativa, analisar algumas práticas da participação da mulher no interior do movimento, evidenciando as conquistas e as contradições em relação ao discurso de gênero construído pelo MST.
- Universidade Federal do Paraná

A participação das mulheres na direção dos sindicatos, incluindo o Sindicato de Trabalhadores Rurais, tem aumentado nos últimos anos. O movimento sindical rural, historicamente masculino, não aceitava mulheres associadas até início dos anos 1980. Hoje, as mulheres vêm ocupando cargos nas direções executivas, o que não significa que os sindicatos tenham mudado suas práticas discriminatórias. Neste texto analiso as relações de gênero e poder que envolvem homens e mulheres dirigentes no oeste do estado de Santa Catarina. Mesmo com a abertura do espaço sindical para as mulheres e a instauração da cota mínima de 30% de participação feminina estabelecida pela CUT, não há muitas mulheres nos cargos de direção. Elas ficam 'escondidas' nos quadros de apoio, ou não participam igualmente, já que o sindicato não evoluiu quanto às suas práticas cotidianas, ainda discriminatórias. É uma batalha constante aliar reivindicações de classe à busca por igualdade de gênero e poder. Às vezes, as mulheres precisam escolher uma das bandeiras.
- Universidade Federal de Santa Catarina

PROJETO DE TESE A respeito da menopausa, fenômeno da vida feminina caracterizada pelo fim da menstruação com a consequente parada da fecundidade, foram constituídos ao longo do tempo diversos discursos, sendo os da biomedicina e os das feministas e estudiosas de gênero, os que interessam diretamente a esta tese. Estes discursos, apesar de suas importantes diferenças, têm em comum a abordagem da menopausa do ponto de vista heterossexual. Problematizando a heterossexualidade, pode-se dizer que esta é pressuposta a qualquer ciência, havendo resistências em sua análise enquanto categoria cultural. Dado essa lacuna e a partir de uma abordagem qualitativa, pesquisando as condições da menopausa em mulheres com orientação homoerótica, buscarei responder se e/ou até que ponto a orientação sexual influencia nas vivências da menopausa
- Universidade Federal de Santa Catarina

O presente trabalho possui como tema o gênero e a sexualidade das travestis do centro de Belém do Pará. Possui como objetivo identificar e analisar as técnicas corporais que identificam e caracterizam o corpo travesti. Para identificar as técnicas, foi utilizado o método de observação participante com o grupo de estudo. A construção de uma identidade travesti se forma com base no modelo de gênero socialmente construído, o corpo travesti possui ao mesmo tempo um feminino e um masculino. Um feminino, todo particular, pensado e construído a sua maneira e ao mesmo tempo um masculino, inscrito no corpo biológico. Essa construção de um corpo travesti, entende-se como técnica corporal, pois, é no corpo e através dele que as pessoas são identificadas como travestis
- Universidade Federal do Pará

Trecho da revista Jornal Feminista de Saúde (número 25) de junho de 2002, na qual discutem-se aspectos das relações de trabalho interseccionadas com a deficiência
