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Sobre o CEDOCObras sobre “gênero”
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Como gênero interfere nas sucessões de grupos empresariais ligados a famílias? Analisando narrativas sobre grupos brasileiros afetados por conflitos sucessórios, Adriana Piscitelli responde a essa pergunta com o exame de questões centrais nas formulações antropológicas e feministas, e mostra como gênero marca noções sobre pessoa, sucesso empresarial, hereditariedade e tensões entre indivíduo, família e parentesco.
- Universidade Estadual de Campinas
- Doutorado
Esse trabalho busca compreender os significados da mudança que houve, se não nas prioridades de muitas instituições, ao menos no seu discurso em relação a gênero, esboçando um mapeamento do campo das ONGs que trabalham com projetos de gênero e desenvolvimento no Brasil. Procurei aqui investigar em que momento e sob que formas a categoria gênero passou a ser empregada por esse campo, e quais os significados e sentidos que essa noção ganha na perspectiva própria da ação política. Trata-se, então, de um estudo do uso político da categoria e suas implicações, feito através de dois momentos principais: um de definição das questões teóricas com que esse trabalho está dialogando e outro de observação do campo das ONGs e do material já produzido sobre e por ele.
- Universidade Estadual de Campinas
- Mestrado
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- Universidade Federal de Pernambuco
- Mestrado

Os textos reunidos neste livro que compõe a Coletânea Interfaces de Gênero apresentam discussões que gravitam em torno da temática Cultura, Educação e Étnico-Racialidades, com enfoque para aspectos relacionados à cultura, legislação e educação para as relações étnico-raciais.
- Português
- Lilian Marta Grisolio

10ª Roda: Gênero, Corpos e Saúde Aconteceu no dia 26 de Junho de 2023, transmitido pelo canal do Youtube Comunicação Instituto de Estudos de Gênero. Coordenação: Professora Débora de Carvalho Figueiredo Debatedore: Ale Mujica Rodriguez (Saúde Coletiva/UFSC) A roda traz os seguintes trabalhos: "O (não) silenciamento de corpos: uma análise crítica do discurso de campanhas sobre o HIV no Brasil", por José Augusto Simões de Miranda - NUGAL; "Uma compreensão feminista e decolonial da saúde única nas periferias", por Yarlenis Mestre Malfrán - LEGH; "A vivência da menstruação para pessoas em situação de pobreza menstrual", por Beatriz Alvez - NUGEMS; "Corpos na grande aceleração: gênero e história ambiental", por Luciana Rosar Fornazari Klanovicz - LABGEF Ale Mujica Rodriguez também traz questões para debate sobre os trabalhos apresentados, e foi aberta uma rodada de perguntas aos participantes da live. Rodriguez tem experiência na área de Medicina, com ênfase nos estudos nas áreas de Chagas e sexualidade. Desenvolve pesquisas no campo das questões Trans (Transexualidades, travestilidades e trangeneridades) saúde LGB, gênero e saúde, gordofobia, políticas públicas. Elu participa ativamente do movimento Trans e lésbico, do movimento gordo, do movimento feminista em saúde e da frente catarinense pela legalização e descriminalização do aborto.
- Universidade Federal de Santa Catarina
