CEDOC
O Centro de Documentação reúne um conjunto de materiais digitais e físicos do campo dos estudos de gênero, feminismos e sexualidades. Destacamos o Acervo Tito Sena, livros editados pelo IEG, a coleção Revista Estudos Feministas, entre outras.
O presente trabalho, teve como objetivo descrever as vivências pessoais e familiares de homossexuais femininas. Foram entrevistadas seis mulheres, residentes em Caxias do Sul e região, de 22 a 33 anos, cujos familiares conheciam sua orientação sexual. Todas eram solteiras e de nível socioeconômico médio, e exerciam alguma atividade profissional. Uma análise de conteúdo qualitativa das entrevistas gerou diversas categorias e subcategorias temáticas. Em geral, a homossexualidade foi considerada normal/natural, uma situação que trouxe felicidade para as participantes, apesar dos preconceitos enfrentados. Na percepção delas, a reação dos familiares quando da descoberta da sua orientação sexual foi negativa, tendo melhorado ao longo do tempo em alguns casos. Tais achados revelaram uma mudança social na forma de pensar e agir diante da homossexualidade feminina, porém ainda lenta e gradual. Ficou evidenciada a necessidade de atuação da psicologia através de programas de atendimento às famílias e às homossexuais.
- Universidade de Caxias do Sul
Este trabalho tem como objetivo central entender o cotidiano de algumas mulheres prostitutas de rua que trabalham durante o dia no centro de Florianópolis. Os eixos centrais de análise são: apropriação do espaço público: mobilidade, status, hierarquias e conflitos; representações de limpeza, sujeira e usos do dinheiro e experiências com drogas, violência e doenças; sociabilidades, amizades, convivências e relações com clientes; família, conjugalidade e afetividade
- Universidade Federal de Santa Catarina
A participação das mulheres na direção dos sindicatos, incluindo o Sindicato de Trabalhadores Rurais, tem aumentado nos últimos anos. O movimento sindical rural, historicamente masculino, não aceitava mulheres associadas até início dos anos 1980. Hoje, as mulheres vêm ocupando cargos nas direções executivas, o que não significa que os sindicatos tenham mudado suas práticas discriminatórias. Neste texto analiso as relações de gênero e poder que envolvem homens e mulheres dirigentes no oeste do estado de Santa Catarina. Mesmo com a abertura do espaço sindical para as mulheres e a instauração da cota mínima de 30% de participação feminina estabelecida pela CUT, não há muitas mulheres nos cargos de direção. Elas ficam 'escondidas' nos quadros de apoio, ou não participam igualmente, já que o sindicato não evoluiu quanto às suas práticas cotidianas, ainda discriminatórias. É uma batalha constante aliar reivindicações de classe à busca por igualdade de gênero e poder. Às vezes, as mulheres precisam escolher uma das bandeiras.
- Universidade Federal de Santa Catarina
O trabalho de conclusão de curso tem como objetivo verificar os padrões de conjugalidade e sexualidade entre os casais, através da moral sexual veiculada pela Igreja Católica.
- Universidade Federal de Santa Catarina
Numa pesquisa antropológica, o meu objetivo foi verificar dentro do enfoque dos estudos de gênero, quais os temas que a Antropologia Brasileira tem privilwgiado na década de 90. Para isso, escolhi como referência os trabalhos apresentados especificamente nos encontros das últimas ABAs.
- Universidade Federal de Santa Catarina





