
Papa diz que mulher não é serva do homem
Matéria do Jornal do Brasil (1999) sobre as falas do Papa João Paulo 2ª acerca da dignidade da mulher e que elas não devem servir ou ser exploradas por homens.
- Palavras-chavereligião, papa, catolicismo, mulher, exploração, prostituição, turismo sexual
- FonteJornal do Brasil
- Endereçopasta gênero e religião
- Ano de publicação25 de Novembro de 1999
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Trata-se de uma abordagem teórica que enfatiza as relações de gênero enquanto construção social assentada num padrão de relações hierarquizadas que confere ao homem a posição de mando e a mulher à posição de submissão, o estabelecimento desses papeis sociais reforça a legitimação da violência contra a mulher como modelo natural das relações entre os sexos. Utiliza como universo de análise os usuários da Delegacia Especializada em Defesa da Mulher do município de Natal. Assinala o processo educativo interdisciplinar desenvolvido por meio de palestras junto à população dos bairros da cidade como ferramenta para explicitar os mecanismos que impõe as desigualdades entre os sexos; visa sensibilizar a população para o reconhecimento dos direitos da mulher enquanto cidadã, incentivando a construção de uma nova ordem societária que difunda o respeito às diferenças e singularizações de gênero
- Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Tomando los tres temas relacionados de desarrollo, ecología y género, este libro mantiene que existe una íntima conexión entre la degradación de la mujer y la degradación de la naturaleza en la sociedad contemporánea. Ambas degradaciones derivan de las premisas en las que se basa el mal desarrollo, también conocido como desarrollo económico. Este mal desarrolo explotador por definición y cada área de la actividad humana baseada en él margina de las mujeres y a la naturaleza.

O trabalho busca entender sob que condições psicossociais as mulheres brasileiras envelhecem e quais as determinações determinações da cultura sobre o comportamento da mulher idosa. Texto escrito por Antonio Moura, psiquiatra, psicodramatista, e professor do Departamento de Psicologia da FFCH/ UFBa, e por Maria Helena Machado, socióloga, professora/pesquisadora do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde - ENSP/FIOCRUZ

Trabalho apresentado ao XII Encontro Anual da ANPOCS, do Grupo de trabalho "Mulher e Política"

GROSSI, Miriam Pillar. Ser Freira. In: GROSSI, Miriam Pillar. Casar-se com Cristo: autonomia ou submissão?. Relatório de pesquisa - Fundação Carlos Chagas, 1987. Cap. 3. p. 66-91.

O presente trabalho optou por abordar uma particularidade que a cada dia se insere no cotidiano de homens e mulheres, independente de camadas sociais a que pertençam: a violência contra a mulher, baseada na experiência de estágio do curso de Serviço Social na Delegacia de Defesa da Mulher.
- Universidade Estadual do Ceará, Universidade Federal do Ceará

Este trabalho tem como objetivo central entender o cotidiano de algumas mulheres prostitutas de rua que trabalham durante o dia no centro de Florianópolis. Os eixos centrais de análise são: apropriação do espaço público: mobilidade, status, hierarquias e conflitos; representações de limpeza, sujeira e usos do dinheiro e experiências com drogas, violência e doenças; sociabilidades, amizades, convivências e relações com clientes; família, conjugalidade e afetividade
- Universidade Federal de Santa Catarina

Nesta pesquisa, parto da hipótese que a beleza é fundamental para a mulher sentir-se bem na sociedade; prerrogativa esta, produzida estrategicamente, de forma pedagógica, nos meios de comunicação escrita e televisiva, nas academias de ginástica, nas escolas, nas famílias, impondo as mulheres um padrão, que se não seguido, as torna "diferentes". Penso sobre as características de uma determinada cultura - a de corpo "belo" - analisando as representações de corpo e as técnicas que são utilizadas para se construir esse corpo. Essas técnicas são incentivadas para a obtenção de um corpo magro e jovem, que é uma percepção subjetiva. A questão corpo/beleza é abordada antropologicamente, visando refletir-se sobre a importância que as mulheres estão dando à aparência e à manutenção da juventude e do corpo belo, relacionando-a com fatores culturais. Relaciono este tema com as representações de corpo belo que obtive em campo, na cidade de Florianópolis (SC), com mulheres na faixa etária de 35 a 55 anos.
- Universidade Federal de Santa Catarina

Trecho da revista Jornal Feminista de Saúde (número 25) de junho de 2002, na qual discutem-se aspectos das relações de trabalho interseccionadas com a deficiência
