Instituto de Estudos de Gênero
Partido Brasileiro de Defesa dos Direitos da Mulher
Manifesto

Partido Brasileiro de Defesa dos Direitos da Mulher

Manifesto do Partido Brasileiro de Defesa dos Direitos da Mulher (PBDDM) sobre a CPI da Mulher realizada entre 1976 e 1977, onde aborda a discriminação da mulher no trabalho e a subdesigualdade nas atividades humanas, mesmo o manifesto sendo escrito 15 anos depois, em 1992.


Outras mídias

Vídeos
1º COLÓQUIO DE PESQUISADORAS/ES IEG/UFSC 2023

10ª Roda: Gênero, Corpos e Saúde Aconteceu no dia 26 de Junho de 2023, transmitido pelo canal do Youtube Comunicação Instituto de Estudos de Gênero. Coordenação: Professora Débora de Carvalho Figueiredo Debatedore: Ale Mujica Rodriguez (Saúde Coletiva/UFSC) A roda traz os seguintes trabalhos: "O (não) silenciamento de corpos: uma análise crítica do discurso de campanhas sobre o HIV no Brasil", por José Augusto Simões de Miranda - NUGAL; "Uma compreensão feminista e decolonial da saúde única nas periferias", por Yarlenis Mestre Malfrán - LEGH; "A vivência da menstruação para pessoas em situação de pobreza menstrual", por Beatriz Alvez - NUGEMS; "Corpos na grande aceleração: gênero e história ambiental", por Luciana Rosar Fornazari Klanovicz - LABGEF Ale Mujica Rodriguez também traz questões para debate sobre os trabalhos apresentados, e foi aberta uma rodada de perguntas aos participantes da live. Rodriguez tem experiência na área de Medicina, com ênfase nos estudos nas áreas de Chagas e sexualidade. Desenvolve pesquisas no campo das questões Trans (Transexualidades, travestilidades e trangeneridades) saúde LGB, gênero e saúde, gordofobia, políticas públicas. Elu participa ativamente do movimento Trans e lésbico, do movimento gordo, do movimento feminista em saúde e da frente catarinense pela legalização e descriminalização do aborto.

  • Universidade Federal de Santa Catarina
Vídeos
1º Colóquio de Pesquisadoras/es do IEG/UFSC

O 1º Colóquio de Pesquisadoras/es do Instituto de Estudos de Gênero (IEG/UFSC), visa conhecer e levar ao conhecimento público o conjunto das pesquisas em desenvolvimento, que estão sendo realizadas por pesquisadoras/es atuantes nas frentes, núcleos e laboratórios ligados ao IEG, bem como de suas associadas. As sessões são organizadas por afinidades temáticas das pesquisas, e acontecerá na última segunda-feira de cada mês, buscando conectar os temas ao Calendário Anual das Diversidades.

  • Universidade Federal de Santa Catarina
Trabalho apresentado em evento
Os usos do gênero

Trabalho apresentado ao XII Encontro Anual da ANPOCS, do Grupo de Trabalho "Mulher e Política"

Trabalho apresentado em evento
A trajetória do conceito de gênero nos estudos sobre a mulher no Brasil - reflexões iniciais

Trabalho apresentado na XVII Reunião da Associação Brasileira de Antropologia, no Grupo de Trabalho "Relações de Gênero". O trabalho desenvolve o significado de gênero e como este conceito vem sendo utilizado no Brasil

Monografia
A questão de gênero no MST: um estudo sobre o discurso e as práticas de participação da mulher

O principal objetivo deste estudo monográfico consiste em verificar como se dá a trajetória do discurso da participação da mulher e a incorporação do debate de gênero no MST, partindo da hipótese de que a incorporação da questão de gênero no movimento está conectada com a busca por transformações sociais mais amplas. Além desta questão, procura-se, de forma ilustrativa, analisar algumas práticas da participação da mulher no interior do movimento, evidenciando as conquistas e as contradições em relação ao discurso de gênero construído pelo MST.

  • Universidade Federal do Paraná
Monografia
Poder e Igualdade: as relações de gênero entre sindicalistas rurais - Chapecó/SC

A participação das mulheres na direção dos sindicatos, incluindo o Sindicato de Trabalhadores Rurais, tem aumentado nos últimos anos. O movimento sindical rural, historicamente masculino, não aceitava mulheres associadas até início dos anos 1980. Hoje, as mulheres vêm ocupando cargos nas direções executivas, o que não significa que os sindicatos tenham mudado suas práticas discriminatórias. Neste texto analiso as relações de gênero e poder que envolvem homens e mulheres dirigentes no oeste do estado de Santa Catarina. Mesmo com a abertura do espaço sindical para as mulheres e a instauração da cota mínima de 30% de participação feminina estabelecida pela CUT, não há muitas mulheres nos cargos de direção. Elas ficam 'escondidas' nos quadros de apoio, ou não participam igualmente, já que o sindicato não evoluiu quanto às suas práticas cotidianas, ainda discriminatórias. É uma batalha constante aliar reivindicações de classe à busca por igualdade de gênero e poder. Às vezes, as mulheres precisam escolher uma das bandeiras.

  • Universidade Federal de Santa Catarina
Projetos de pesquisa
Ciência e gênero: a menopausa em mulheres de orientação homoerótica

PROJETO DE TESE A respeito da menopausa, fenômeno da vida feminina caracterizada pelo fim da menstruação com a consequente parada da fecundidade, foram constituídos ao longo do tempo diversos discursos, sendo os da biomedicina e os das feministas e estudiosas de gênero, os que interessam diretamente a esta tese. Estes discursos, apesar de suas importantes diferenças, têm em comum a abordagem da menopausa do ponto de vista heterossexual. Problematizando a heterossexualidade, pode-se dizer que esta é pressuposta a qualquer ciência, havendo resistências em sua análise enquanto categoria cultural. Dado essa lacuna e a partir de uma abordagem qualitativa, pesquisando as condições da menopausa em mulheres com orientação homoerótica, buscarei responder se e/ou até que ponto a orientação sexual influencia nas vivências da menopausa

  • Universidade Federal de Santa Catarina
Trabalho de Conclusão de Curso
Técnicas Corporais e Gênero: Um estudo sobre a construção das identidades travestis no centro de Belém-PA

O presente trabalho possui como tema o gênero e a sexualidade das travestis do centro de Belém do Pará. Possui como objetivo identificar e analisar as técnicas corporais que identificam e caracterizam o corpo travesti. Para identificar as técnicas, foi utilizado o método de observação participante com o grupo de estudo. A construção de uma identidade travesti se forma com base no modelo de gênero socialmente construído, o corpo travesti possui ao mesmo tempo um feminino e um masculino. Um feminino, todo particular, pensado e construído a sua maneira e ao mesmo tempo um masculino, inscrito no corpo biológico. Essa construção de um corpo travesti, entende-se como técnica corporal, pois, é no corpo e através dele que as pessoas são identificadas como travestis

  • Universidade Federal do Pará
Revista
Mulheres Negras: Um retrato da discriminação racial no Brasil

Dados e informações sobre o racismo e a situação das mulheres negras no Brasil.

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