Instituto de Estudos de Gênero

CEDOC

O Centro de Documentação reúne um conjunto de materiais digitais e físicos do campo dos estudos de gênero, feminismos e sexualidades. Destacamos o Acervo Tito Sena, livros editados pelo IEG, a coleção Revista Estudos Feministas, entre outras.

Volume
Vol. 4. N. 1
  • ILHA - Revista de Antropologia
Tese
Retalhos, vivências: um ensaio sobre a crônica de Rachel de Queiroz nas páginas de O Cruzeiro

Esta tese tem por objetivo o estudo da crônica de Rachel de Queiroz (1910-2003) publicada na revista O Cruzeiro no decênio de 50. Proponho uma avaliação ensaística da sua contribuição para o gênero e tento detectar a relevância de sua escrita para a crítica e a historiografia literárias. Com um amplo repertório de crônicas, publicadas por cerca de 77 anos, Rachel de Queiroz escreveu sobre os mais diferentes temas e estratégias discursivas na imprensa brasileira. Perpassado por leituras multidisciplinares, este estudo está dividido em cinco partes: anotações sobre o campo biográfico e um breve perfil do periódico; breves percursos teórico e histórico sobre a crônica; levantamento das crônicas que tematizam questões ligadas às mulheres e à literatura de autoria feminina, e, por último, crônicas que tratam de algumas facetas do artesanato da escrita.A análise da crônica de Rachel de Queiroz, portanto, é uma oportunidade de ampliação e (re) configuração do seu repertório literário na cena brasileira do século XX.

Volume
Vol. 7. N. 1 e 2
  • ILHA - Revista de Antropologia
Volume
Vol. 6. N. 1 e 2
  • ILHA - Revista de Antropologia
Artigo
Mulheres querem amor, homens querem sexo? Amor e masculinidades entre jovens de camadas médias urbanas de Belém

O objetivo deste artigo é analisar de que forma jovens - de 18 a 25 anos - de camadas médias urbanas de Belém (PA) concebem a noção de amor e vivenciam suas práticas amorosas no contexto da construção das masculinidades. O foco neste grupo específico se dá por estes jovens serem filhos de uma geração - sem considerar a questão de classe - que vivenciou, ativamente ou não, as mudanças impulsionadas pelo feminismo da década de 1970. O amor é tido aqui como "o tipo" de amor corrente na sociedade ocidental, o amor romântico.

  • Revista Gênero, v.3 n.1

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