CEDOC
O Centro de Documentação reúne um conjunto de materiais digitais e físicos do campo dos estudos de gênero, feminismos e sexualidades. Destacamos o Acervo Tito Sena, livros editados pelo IEG, a coleção Revista Estudos Feministas, entre outras.
- Revista Gênero, vol 9 n. 1
- Revista Gênero, vol 9 n. 1
- Estudos Feministas, vol. 18, n.3
La instalación de un discurso de la “igualdad de género” en Chile y de nuevos referentes en torno a los significados de lo femenino y lo masculino desde la década de 1990, ha ido acompañada de un desplazamiento de la “cuestión de género” hacia un espectro de mujeres que no provienen del mundo feminista pero que, sin embargo, plantean demandas por condiciones más igualitarias respecto a los varones en los ámbitos en que se desenvuelven. En este trabajo se propone una reflexión sobre las características que adquiere este ‘discurso de la igualdad’ al cual han contribuido las transformaciones en el terreno económico, explorando las concepciones de género que se desprenden de las propuestas de uno de los organismos femeninos que surgen a comienzos de la década del 2000 y que tienen como ámbito de acción el mundo de los negocios y el emprendimiento.
- Estudos Feministas, vol. 24, n.3
O período de 1975-1982 corresponde a uma fase importante de expressão de movimentos sociais na resistência ao regime militar que vigorou no Brasil de 1964 a 1985. No período de repressão militar, os movimentos de mulheres, de lesbianas e de gays reivindicam um local de fala no discurso social. No contexto brasileiro, as organizações de mulheres em movimentos sociais se intensificam, denunciando a dominação sexista, enquanto lesbianas e gays questionam os padrões de masculino e feminino. Para construir indícios representativos das lesbianas na história dos movimentos sociais em luta contra o regime ditatorial, destacamos a militância lesbiana do GALF (Grupo de Ação Lésbico-Feminista) e a criação e veiculação do Boletim Chanacomchana (1981-1987). O vínculo entre a militância contra o regime ditatorial e a militância lésbico-feminista é marcante nos escritos dos boletins que são fontes de nossa pesquisa que tem nos estudos feministas e na teoria das representações sociais os marcos teóricos para sua análise.
- Revista Gênero, v.8 n.2




