Instituto de Estudos de Gênero
Palavra-chave

Obras sobre “frança”

9 resultados

Recortes de revistas
Les femmes, l'art et la culture

Matéria da CNAC magazine (1983) que fala sobre cultura, arte e entrevista com a escritora feminista Michèle Coquillat.

Recortes de jornais
Un entretien avec Simone de Beauvoir

Matéria do jornal francês Le Monde (1983) sobre o futuro do feminismo e com uma entrevista com Simone de Beauvoir.

Recortes de jornais
Les femmes et le juridiquement correct

Matéria do jornal francês Débats (1999) escrita por Norbert Rouland sobre o debate da paridade dentro da política na França e o conselho constitucional estar ignorando uma questão importante sobre diferença e igualdade, se fala também em gênero e sexo dentro desse debate.

Artigo
Nosotras: feminismo latino-americano em Paris

A efervescência feminista europeia dos anos 1970 influenciou a formação de diversos coletivos feministas formados por mulheres latino-americanas na Europa. Neste artigo pretendese analisar um dos primeiros grupos desse tipo constituído na França, o Grupo Latino-Americano de Mulheres em Paris. Formado por mulheres de diferentes países da América Latina, uma parte delas exiladas, o grupo realizou suas primeiras reuniões a partir de 1972. Promoveu grupos de reflexão (ou autoconsciência), debates, projeções de filmes e, entre janeiro de 1974 e o segundo trimestre de 1976, publicou o boletim bilíngue (português e espanhol) Nosotras. Pretende-se analisar como foram tematizadas noções como identidade, patriarcado, classe, dentre outras, nas páginas dessa publicação.

  • Estudos Feministas, vol. 21, n.2
Artigo
Ambivalência, gênero e modernidade capitalista: a França na era da flexibilidade

Tanto a situação na França quanto os quadros de referência teóricos usados para analisar a flexibilidade evoluíram consideravelmente nos últimos vinte anos. Nosso artigo pretende descrever essa transformação e defender uma tese específica. O mundo moderno pós-Ford apresenta dois novos aspectos quando comparado ao que fora descrito na análise funcionalista tradicional: por um lado, as tensões inerentes à natureza ambivalente da flexibilidade são vistas hoje como questões mais pessoais; por outro, a ambivalência não é mais encarada como puramente disfuncional, mas tem um aspecto positivo. À luz desse novo quadro de referência, apresentaremos inicialmente o cenário dos vários debates sobre flexibilidade na França, e mostraremos, em seguida, as relações entre flexibilidade e ambivalência sociológica, antes de apresentarmos os dados empíricos que sustentam nossa tese.

  • Cadernos Pagu, 2009 v.32, v.32

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