Instituto de Estudos de Gênero
Palavra-chave

Obras sobre “amor”

15 resultados

Artigo
Anasbaco Janelas Da Alma: Olhar O Amado E O Olhar Do Amado Em Baco E As Anas Brasileiras De Yeda Schmaltz

O presente ensaio examina a autobiografia poética generacional das Anas, alicerçada na metáfora alimento=amor. Lúdicos, realistas e irônicos, os poemas mostram Baco (o homem brasileiro) a se pavonear ante as várias Anas. O amado se conhecerá do exterior para o interior. E os óculos ora iluminam seu coração, ora se tornam barreira a seu conhecimento.

  • Cadernos Pagu, Trajetórias do gênero, masculinidades..., v.11
Artigo
As mulheres e os discursos genderizados sobre o amor: a caminho do "amor confluente" ou o retorno ao mito do "amor romântico"?

O papel do amor na dinâmica da intimidade é inegável nas sociedades ocidentais, sendo inclusivamente um dos elementos centrais da vida social. O argumento de que o amor constitui o motor do desenvolvimento das relações interpessoais, sobretudo para as mulheres, representa uma peça fundamental na construção dos discursos sociais sobre a felicidade humana e os factores que a configuram. Tradicionalmente perspectivado como feminino, o amor tem sido apontado às mulheres como a sua suprema vocação,1 enredando-as, não raras vezes, num ideal de intimidade potencialmente castrador da sua autonomia e liberdade pessoal. Este artigo pretende reflectir criticamente a respeito das implicações da construção social dos discursos sociais sobre o amor na vivência da intimidade adulta feminina heterossexual, a partir de uma leitura feminista crítica. Discute-se neste documento a importância de assumir o discurso amoroso como um discurso paritário e democrático.

  • Estudos Feministas, vol. 15, n.3
Artigo
O amor (e a mulher): uma conversa (im)possível entre Clarice Lispector e Sartre

Com o presente trabalho visamos fazer uma análise do conto “O amor”, de Clarice Lispector, a partir das seguintes categorias apontadas por Sartre em O ser e o nada: olhar-ser olhado, instrumentalidade (funcionalidade) e amor. Partimos da experiência elaborada por Clarice em seu texto, na qual Ana, dona de casa atarefada e ‘empenhada’ em servir aos familiares (“pura funcionalidade”), se depara, numa de suas idas e vindas à cidade, com um cego mascando chicletes. Ora, um cego é um olho que não olha, é um olho sem função. É essa vivência que abre a Ana a dimensão do amor, num sentido muito específico (que aponta para as relações de gênero), e do qual a descrição fenomenológica de Sartre parece não dar conta.

  • Estudos Feministas, vol. 15, n.3
Artigo
Mulheres querem amor, homens querem sexo? Amor e masculinidades entre jovens de camadas médias urbanas de Belém

O objetivo deste artigo é analisar de que forma jovens - de 18 a 25 anos - de camadas médias urbanas de Belém (PA) concebem a noção de amor e vivenciam suas práticas amorosas no contexto da construção das masculinidades. O foco neste grupo específico se dá por estes jovens serem filhos de uma geração - sem considerar a questão de classe - que vivenciou, ativamente ou não, as mudanças impulsionadas pelo feminismo da década de 1970. O amor é tido aqui como "o tipo" de amor corrente na sociedade ocidental, o amor romântico.

  • Revista Gênero, v.3 n.1
Volume
Cuadernos Hispanoamericanos, N. 707
  • Cuadernos Hispanoamericanos

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