Instituto de Estudos de Gênero
Palavra-chave

Obras sobre “feminilidade”

13 resultados

Recortes de jornais
Sociologia das loiras

Matéria da Folha de São Paulo (1999) escrita por Otavio Frias Filho sobre padrão estético, racismo e miscigenação no Brasil.

Recortes de jornais
A anti-Barbie

Matéria do Zero Hora (1995) sobre boneca feita por fabricante australiano que seria uma boneca não convencional e alternativa, com tatuagens, pelos e roupas diferentes.

Artigo
Travestis e transexuais: corpos (trans)formados e produção da feminilidade.

Neste artigo, discutimos a fabricação dos corpos de travestis e transexuais, problematizando os efeitos produzidos em seus processos de subjetivação. Para tanto, analisamos enunciações produzidas a partir da metodologia da História Oral Temática e da Observação Participante. No processo de constituição das travestilidades e transexualidades, investir na fabricação de um corpo feminino é uma forma de torná-lo visível e atrativo. A prostituição é destacada como uma experiência que produz efeitos na construção da feminilidade e da fabricação de si. A partir de técnicas de si, transexuais e travestis trazem à tona diferentes posições de sujeito, evidenciando outras possibilidades de viver os gêneros e as sexualidades, desafiando, em muitos casos, a heteronormatividade.

  • Estudos Feministas, vol. 24, n.3
Artigo
Gênero e cotidiano escolar: dilemas e perspectivas da intervenção escolar na socialização afetivo-sexual dos adolescentes

Este artigo analisa as classificações de gênero utilizadas por professores que desenvolvem projetos de orientação sexual na cidade do Rio de Janeiro para explicar as perspectivas e os dilemas da intervenção escolar na socialização afetivo-sexual dos adolescentes. O material empírico que sustenta as argumentações é composto de 16 entrevistas em profundidade, realizadas com docentes responsáveis pelos espaços escolares onde se desenvolvem projetos de orientação sexual no ensino fundamental do Rio de Janeiro: os Núcleos de Adolescentes Multiplicadores (NAMs). Também foram realizadas "observações participantes" em um curso de formação para professores que desejam trabalhar com orientação sexual na escola. As representações de gênero apresentadas oscilam entre classificações modernas e tradicionais sobre a feminilidade e a masculinidade. Os projetos eram coordenados majoritariamente por professoras, e a participação discente também era basicamente feminina. As professoras buscavam coerência entre sua atuação nos espaços escolar e familiar. Porém, ao mesmo tempo que orientavam seus alunos para combater as desigualdades de gênero, apresentavam dúvidas e incertezas quanto à possibilidade de educar seus filhos a partir de ideais igualitários de gênero, principalmente os filhos homens. Situações domésticas contrastavam com performances em sala de aula, apresentando tensões entre negação e afirmação das masculinidades e feminilidades tradicionais.

  • Estudos Feministas, vol. 17, n.1
Artigo
Relações De Gênero No Trabalho Bancário Informatizado

O artigo analisa como a percepção tradicional de gênero a respeito da mulher tem sido utilizada no seu desempenho no trabalho bancário informatizado. A importância crescente da relação com o/a cliente tem reforçado o estereótipo feminino referente à habilidade de sensivelmente compreender e se comunicar, em um contexto de exigências crescentes de intensificação da produtividade. As mulheres em tempo parcial ou em tempo integral, no trabalho bancário, revelam que permanecem responsáveis pelas tarefas domésticas. Stress e doenças do trabalho são percebidas mais intensamente entre elas.

  • Cadernos Pagu, Gênero, tecnologia, ciência, v.10

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