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Sobre o CEDOCObras sobre “homossexualidade”
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O recorte de 1999 publicado pelo jornal Correio Braziliense aborda a discriminação homossexual que as mulheres sofrem e a invisibilidade do lesbianismo nas mídias, assim como diversos outros temas apresentados no V Encontro de Lésbicas Feministas da América Latina e do Caribe, realizado no Rio de Janeiro e organizado pelo Centro de Documentação e Coisa de Mulher (Cedoicom)
- 28 de março de 1999

Matéria do Correio Braziliense sobre visita do Papa Bento XVI e discordâncias com governo local que permite a união homossexual, papa reafirma a importância da família para a Igreja.

Matéria da Folha de S. Paulo (1997) escrita por José Geraldo Couto sobre pesquisa que indica que 68% dos católicos praticantes preferem usar a camisinha a obedecer a igreja que condena essa prática. Outros dados são informados nessa pesquisa como a porcentagem dos contras a união homossexual, sobre aborto e maconha.
- 25 de setembro de 1997

O presente trabalho parte de uma investigação realizada no Ser-Tão (Núcleo de Estudos e Pesquisas em Gênero e Sexualidade), da Universidade Federal de Goiás, que buscou interpretar antropologicamente o contexto de surgimento do mercado comumente denominado ‘GLS’ (gays, lésbicas e simpatizantes) na capital goiana. O pressuposto, como evidenciam pesquisas socioantropológicas já realizadas em outros contextos metropolitanos no Brasil, é o de que a interpretação dos processos de constituição de categorias classificatórias em torno das homossexualidades pode ser complexificada ao se levar em consideração as dinâmicas relativas ao mercado segmentado. Neste trabalho, portanto, são apresentadas análises preliminares das memórias relativas ao surgimento do mercado de lazer e sociabilidade ‘GLS’ na cidade de Goiânia, a partir das falas de seus/suas empresários/as e frequentadores/as, para se pensar nas relações entre a produção de lugares e de um senso de ‘comunidade’ ou pertencimento local.
- Estudos Feministas, vol. 22, n.1
- 2014

O objetivo deste artigo é o de analisar como o assassinato de um homossexual foi tratado em um tribunal da Capital da República em meados do século XX. Os autos criminais podem revelar aspectos significativos sobre a aplicação do direito nas instâncias judiciais. Ressaltamos como a cultura jurídico-penal no país continuou reproduzindo os mesmos padrões socioculturais das culturas jurídico-penais ocidentais; em última instância, condenando o prazer ou pelo menos determinadas formas de senti-lo. Da mesma forma, inferimos que, por intermédio da legalidade processual, se reprimiu determinado comportamento sexual, já que a legalidade formal não preceituava a homossexualidade como crime.
- Estudos Feministas, vol. 21, n.1
- 2013
