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Sobre o CEDOCObras sobre “memória”
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Através de relatos orais de ex-participantes do grupo de criação e desenvolvimento da publicidade da Rhodia Têxtil nos anos 1960, o artigo analisa as diferenças e semelhanças de percepções presentes nas rememorações de homens e mulheres sobre a profissão de modelo e manequim e mais especificamente as “manequins exclusivas Rhodia” no período.
- Cadernos Pagu, O risco do bordado, v.22
- 2004

O artigo narra o processo de pesquisa com imagens desenvolvidas pela autora e salienta revelevantes questões relativas ao manuseio da ftografia com fonte investigativaçõa
- Revista Gênero, v.2 n.2
- 2002

Este artigo pretende registrar um conjunto de lembranças, gestos, ritos e códigos e saberes femininos que compõem o ofício de doceira na cidade de Goiás, a partir da convivência e entrevista com cinco mulheres. As narrativas contam sobre o trabalho a partir da rememoração de trajetórias de vida e traçam os eixos temáticos comuns que organizaram a minha escrita: trabalho e identidade de gênero; o ofício de doceira e a habilidade de artesã; memória individual e memória coletiva.
- Cadernos Pagu, Gênero em gerações, v.13
- 1999

Este artigo trata da prática de escrever cartas pessoais, arquivar documentos e produzir memórias. Discute-se como estas experiências possuem sentido de "colonizar" ou "organizar" a História, em tomo de vivências e referências familiares. Estas práticas eram comuns entre as famílias da elite paulista, com especial empenho das mulheres. Mais especificamente, o tema é abordado a partir da leitura da correspondência da família Pacheco e Chaves, escrita entre os anos de 1890 e 1930.
- Cadernos Pagu, Gênero, narrativas, memórias, v.8_9
- 1997

A partir de algumas obras que examinam o fenômeno da militância de mulheres em organizações clandestinas do Brasil e da Argentina nos anos 60/70, o autor analisa as possibilidades de um outro enfoque da historiografia sobre a ação política, em especial aquela que se debruça sobre s partidos de esquerda. A história oral ajuda a recuperar uma dimensão pouco incorporada à historiografia política, a da subjetividade, geralmente confinada à esfera privada que aparece radicalmente separada da esfera pública.A articulação desses dois espaços bem como as tensões, conflitos e complementariedades entre os papéis masculinos e femininos, tiram a história das mulheres do gheto e permitem que esse novo olhar dê mais complexidade à análise da ação política.
- Cadernos Pagu, Gênero, narrativas, memórias, v.8_9
- 1997
