CEDOC
Sobre o CEDOCObras sobre “queer”
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Na Revista Periódicus, publicação semestral do Núcleo de Pesquisa e Extensão em Culturas, Gêneros e Sexualidades (NuCuS), da Universidade Federal da Bahia, serão publicados textos que dialoguem com estudos sobre gêneros e sexualidades a partir de perspectivas dissidentes e/ou indisciplinadas, especialmente estudos feministas, queer, transfeministas, anti-racistas e anti-coloniais. No entanto, os textos não precisam dialogar exclusivamente com estas reflexões conceituais. A Revista Periódicus está interessada em textos que problematizem normatizações, normalizações e naturalizações sobre gênero e sexualidade, em especial trabalhos que discutam a heteronormatividade e a cisnormatividade, a heterossexualidade e a cisgeneridade compulsórias, além de análises críticas aos binarismos de gênero e sexualidade. Serão priorizados trabalhos que evidenciem e problematizem "regimes de verdade" sobre gêneros e sexualidades, especialmente aqueles em uma perspectiva interseccional. A Revista Periódicus abrange um Dossiê temático, que publica textos inéditos sobre uma mesma temática, que muda a cada edição, e uma Seção Livre, que publica textos que estão sob o escopo da revista, mas não se encaixam nos dossiês. Os textos poderão ter formato de Artigos, Ensaios, Traduções, Entrevistas e Resenhas, além de textos literários, manifestos e outras formas textuais mais experimentais. Todas as publicações devem ter pelo menos 60% de seu conteúdo de investigação original, dentro do âmbito científico e acadêmico. Cada Dossiê possui prazos específicos detalhados nas chamadas para publicação, enquanto a Sessão Livre recebe inscrições em fluxo contínuo. Mais informações em "Diretrizes para autor@s".
- Periódicus

O artigo desmascara a posição pública assumida por Gabriela Mistral como defensora dos povos indígenas, argumentando que no âmbito privado sua posição foi absolutamente oposta a qualquer afirmação sexual pública não-normativa. A autora sugere três operações críticas para a leitura da obra de Mistral sobre o sujeito da “raça” latino-americana: a recusa da negritude (Mistral reage a ela com ansiedade, sexualização e patologização, ou seja, com atitudes brancas estereotipadas), a cumplicidade da linguagem da diversidade com as práticas do pensamento supremacista branco (evidenciada em sua correspondência) e o papel da queerness no nacionalismo racializado de Mistral (sua atitude queer acabou ajudando a aprimorar a heteronormatividade e o projeto racial latino-americanista).
- Estudos Feministas, vol. 13, n.2

- Cahiers du Genre

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- Debate Feminista
