CEDOC
O Centro de Documentação reúne um conjunto de materiais digitais e físicos do campo dos estudos de gênero, feminismos e sexualidades. Destacamos o Acervo Tito Sena, livros editados pelo IEG, a coleção Revista Estudos Feministas, entre outras.
A participação das mulheres na direção dos sindicatos, incluindo o Sindicato de Trabalhadores Rurais, tem aumentado nos últimos anos. O movimento sindical rural, historicamente masculino, não aceitava mulheres associadas até início dos anos 1980. Hoje, as mulheres vêm ocupando cargos nas direções executivas, o que não significa que os sindicatos tenham mudado suas práticas discriminatórias. Neste texto analiso as relações de gênero e poder que envolvem homens e mulheres dirigentes no oeste do estado de Santa Catarina. Mesmo com a abertura do espaço sindical para as mulheres e a instauração da cota mínima de 30% de participação feminina estabelecida pela CUT, não há muitas mulheres nos cargos de direção. Elas ficam 'escondidas' nos quadros de apoio, ou não participam igualmente, já que o sindicato não evoluiu quanto às suas práticas cotidianas, ainda discriminatórias. É uma batalha constante aliar reivindicações de classe à busca por igualdade de gênero e poder. Às vezes, as mulheres precisam escolher uma das bandeiras.
- Universidade Federal de Santa Catarina
O trabalho de conclusão de curso tem como objetivo verificar os padrões de conjugalidade e sexualidade entre os casais, através da moral sexual veiculada pela Igreja Católica.
- Universidade Federal de Santa Catarina
Esta tese propôs-se a reconstituir a história das trabalhadoras de quatro bancos gaúchos - o Banco da Província do Rio Grande do Sul, o Banco Nacional do Comércio, o Banco Pfeiffer e o Banco do Estado do Rio Grande do Sul - bem como discutir as relações de gênero que foram desenvolvidas no mundo bancário rio-grandense.
- Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
- Mestrado
O livro é uma adaptação da dissertação "Práticas afetivas femininas em Nossa Senhora do Desterro no século XIX". Algumas modificações foram feitas na dissertação, porém nada que altere a formatação original. Neste estudo, tentamos analisar, sem a pretensão de esgotar o assunto, como se articularam algumas falas sobre as práticas afetivas femininas. Na primeira parte, interessa-nos investigar os relatos de viagens que os viajantes estrangeiros fizeram a respeito do comportamento da população feminina da Ilha de Santa Catarina no decorrer do século XVIII e a primeira metade do século XIX. Rastreando os seus registros como fonte de investigação, num primeiro momento, tentaremos verificar como o olhar masculino lia e construía as condutas afetivas das mulheres de Desterro. Na parte II, pretendemos demonstrar, através do discurso médico higienista, as práticas discursivas masculinas que vão normatizar as práticas afetivas das mulheres de Nossa Senhora do Desterro, a partir da segunda metade do século XIX. E por fim, na parte III, analisamos as intervenções literárias produzidas em Nossa Senhora do Desterro sobre o comportamento afetivo feminino no decorrer do século XIX.
- Português
- Antônio Emilio Morga
Esta dissertação toma como objeto a participação feminina em movimentos populares urbanos a partir de um característico grupo de mães do Recife: o Grupo de Mães do Alto da Favela. Objetivando uma compreensão ampliada do conjunto de significados que suas sócias fundadoras atribuem ao engajamento nas lutas populares e dos redimensionamentos dos espaços de poder por elas cotidianamente vivenciados nas instâncias pública e privada, foi realizado um trabalho de campo antropológico com base na observação direta dos comportamentos e em entrevistas semi-estruturadas. Os dados da pesquisa foram analisados sob uma perspectiva construída a partir da adequação entre três correntes de pensamento: epistemologia feminista, antropologia interpretativa norte-americana e hermenêutica de Paul Ricoeur.
- Universidade Federal de Pernambuco
- Mestrado



