Instituto de Estudos de Gênero
Autoria

Obras de Miriam Pillar Grossi

26 resultados

Livro
SUBSÍDIOS PARA REFLEXÃO E ENFRENTAMENTO DAS VIOLÊNCIAS ESCOLARES - CADERNO PEDAGÓGICO PARA PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO

A pesquisa, de caráter interinstitucional, utilizou metodologias quantitativas e qualitativas. Os dados qualitativos foram obtidos em escolas públicas dos municípios de Florianópolis, Lages e São José, a partir de 30 entrevistas com profissionais da educação. Os dados quantitativos foram obtidos a partir de um questionário encaminhado para as Coordenadorias Regionais de Educação (CRES) do Estado de Santa Catarina e para as Secretarias Municipais de Educação dos três municípios citados, totalizando 406 questionários respondidos.

  • Português
  • Luciana Patrícia Zucco, Mareli Eliane Graupe, Milena Tarcisa Trindade, Miriam Pillar Grossi e Tânia Welter.
Livro
Violência não é brincadeira

Projeto realizado com recursos do Governo do Estado de Santa Catarina, através do Edital de Chamada Pública no 12/2020, Programa de Pesquisa Universal da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC), Projeto de Pesquisa Interinstitucional “Enfrentamento de violências nas escolas de Santa Catarina: inovações educacionais no contexto da pandemia de Covid-19”.

  • Português
  • Carolina Giordano Bergmann., Gabriela Maria Dutra de Carvalho, Luciana Patrícia Zucco, Mareli Eliane Graupe, Milena Tarcisa Trindade, Miriam Pillar Grossi, Regina Ingrid Bragagnolo, Tânia Welter e Vera Márcia Marques Santos
Relatório de Pesquisa
Ser Freira

GROSSI, Miriam Pillar. Ser Freira. In: GROSSI, Miriam Pillar. Casar-se com Cristo: autonomia ou submissão?. Relatório de pesquisa - Fundação Carlos Chagas, 1987. Cap. 3. p. 66-91.

Livro
Oficinas de gênero, sexualidade e violências: metodologia de formação feminista

Este livro é fruto de um trabalho coletivo que vem sendo desenvolvido no Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades – NIGS há 30 anos. Desde 1991, por ele passaram diferentes gerações de estudantes e pesquisadoras que hoje estão espalhadas pelo mundo e pelo Brasil afora, disseminando práticas coletivas de produção científica e ativista feminista. É sobre esse modo de produzir conhecimento, a partir do “fazer”, que compartilhamos aqui uma breve história do lugar das oficinas na trajetória do NIGS.

  • Português
  • Aline de Lima Bonetti (organizadoras)., Miriam Pillar Grossi e Tânia Welter
Artigo
BALANÇO SOBRE A LEI MARIA DA PENHA
  • Estudos Feministas, vol. 23, n.2

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