Instituto de Estudos de Gênero
Autoria

Obras de Tânia Welter

3 resultados

Livro
Violência não é brincadeira

Projeto realizado com recursos do Governo do Estado de Santa Catarina, através do Edital de Chamada Pública no 12/2020, Programa de Pesquisa Universal da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC), Projeto de Pesquisa Interinstitucional “Enfrentamento de violências nas escolas de Santa Catarina: inovações educacionais no contexto da pandemia de Covid-19”.

  • Português
  • Carolina Giordano Bergmann., Gabriela Maria Dutra de Carvalho, Luciana Patrícia Zucco, Mareli Eliane Graupe, Milena Tarcisa Trindade, Miriam Pillar Grossi, Regina Ingrid Bragagnolo, Tânia Welter e Vera Márcia Marques Santos
Livro
Oficinas de gênero, sexualidade e violências: metodologia de formação feminista

Este livro é fruto de um trabalho coletivo que vem sendo desenvolvido no Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades – NIGS há 30 anos. Desde 1991, por ele passaram diferentes gerações de estudantes e pesquisadoras que hoje estão espalhadas pelo mundo e pelo Brasil afora, disseminando práticas coletivas de produção científica e ativista feminista. É sobre esse modo de produzir conhecimento, a partir do “fazer”, que compartilhamos aqui uma breve história do lugar das oficinas na trajetória do NIGS.

  • Português
  • Aline de Lima Bonetti (organizadoras)., Miriam Pillar Grossi e Tânia Welter
Tese
Revisitando a comunidade Cafuza a partir da problemática do gênero

O presente trabalho trata de analisar as relações entre os gêneros na trajetória e na configuração atual da Comunidade Cafuza de José Boiteux/SC, tomando como referência para análise a noção de família, aspecto em torno do qual se estruturam outi'as dimensões da vida social, tais como o parentesco, a conjugalidade, a divisão do trabalho e a organização política. A luta constante pela sobrevivência e o contato muitas vezes conflitivo com outros grupos e segmentos populacionais inseridos na história catarinense permeiam a trajetória desta comunidade. Durante toda sua trajetória alguns elementos tornaram-se decisivos na sobrevivência do grupo, que se manteve unido e congregando mesmo aqueles que residem em diferentes locais. Trata-se especialmente de uma rede de solidariedade e reciprocidade entre as famílias e de uma religiosidade popular, recorrente desde os tempos mais remotos. A organização familiar, pautada em torno de valores hierárquicos, reforça a importância do velho e da criança, como portador e receptor da memória, respectivamente. Além destes aspectos, a trajetória do grupo e a configuração atual apontam para uma relação assimétrica entre homens e mulheres e pelo reconhecimento apenas da autoridade masculina em detrimento de um poder e de uma atuação feminina. Uma análise mais criteriosa das relações de gênero apontam, no entanto, para uma atuação efetiva das mulheres na luta pela sobrevivência, na organização familiar e política, nas atividades religiosas e nas relações internas e externas ã Comunidade.

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