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Sobre o CEDOCObras sobre “buenos aires”
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En la Argentina, y muy especialmente en la ciudad de Buenos Aires, la modernización capitalista dio lugar a la participación de las mujeres en una amplia gama de actividades asalariadas de los sectores secundario y terciario de la estructura productiva. La presencia de las vendedoras o “empleadas de mostrador” se destacó en el sector comercial. Los princípios de género dominantes, bajo las premisas de un “contrato sexual” – en palabras de Carol Pateman – concibieron al trabajo femenino como una actividad adversa. La tríada necesidad, transitoriedad y complementariedad le otorgaron un carácter excepcional. Sin embargo, la ocupación de vendedora combinó las concepciones de adversidad con elementos de respetabilidad que les otorgaron a las mujeres un relativo prestigio social. Este artículo aborda el mundo de las vendedoras de manera a reconstruir el universo que estas ocupaciones ofrecieron a las mujeres de las clases trabajadoras que aspiraban a la movilidad social ascendente. Para ello, recorre los significados hacia el trabajo femenino, los aspectos cuantitativos de la ocupación de vendedora, así como también sus características particulares de respetabilidad y adversidad, junto con los impactos en las biografías de las asalariadas. El escrito se apoyará en un corpus documental heterogéneo que hilvana historias de vida com censos de población, avisos clasificados, publicidades, columnas periodísticas e informes feministas.
- Estudos Feministas, vol. 22, n.1

Este artigo explora os debates em torno da regulamentação da prostituição e algumas experiências de trabalho sexual em Buenos Aires e no Rio de Janeiro, numa perspectiva contrastante. A intenção é evidenciar algumas conexões entre os debates regulamentaristas e os debates sobre as relações de trabalho em ambas cidades no final do século XIX.
- Cadernos Pagu, Mercado do sexo, v.25

A trajetória individual de Carolina Muzilli permite iluminar as transformações da cidade de Buenos Aires e a conformação do movimento operário. Costureira e empregada na indústria doméstica, iniciou-se na militância e aproximou-se do anarquismo, mas logo inclinou-se pelo emergente Partido Socialista no qual se manteve até 1915, quando se afastou para formar o Partido Socialista Argentino. De origem proletária, alcançou os círculos acadêmicos e universitários sem qualquer tipo de formação e tornou-se uma entusiasta palestrante. Sua ascenção social não foi acompanhada pelo ascenso econômico e manteve-se sempre com seu trabalho como costureira, com o qual mantinha ainda uma revista ? Tribuna Femenina. Suas preocupações principais estavam relacionadas com a mulher e a criança, mas não deixou de analisar as instituições partidárias como a cooperativa El Hogar Obrero.
- Cadernos Pagu, Gênero em gerações, v.13

- Cuadernos Hispanoamericanos
