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Sobre o CEDOCObras sobre “clandestino”
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Nenhuma mulher deve ser presa, ficar doente ou morrer por abortar. Folheto da campanha do 28 de setembro, dia pela despenalização do aborto na américa latina e no caribe.
- Rede Feminista de Saúde

Jornal Fêmea, Ano XIII, N.45, Junho/2005 que contém diversas reportagens promovendo a discussão do aborto, sua legalização e lutas políticas envolvendo a temática.

A gravidez e o parto costumam estar entre os acontecimentos familiares mais felizes da vida. Uma gravidez planejada que culmine num nascimento desejado é, em geral, motivo de celebração pública pela família e pelos amigos. No entanto, acreditar que as mulheres ficam grávidas e têm filhos só quando os desejam seria ingênuo. E seria irresponsável ignorar as dolorosas opções com que se defrontam muitas mulheres dessa região, as quais, por uma abundância de razões complexas, não planejam a contento, como gostariam, sua gravidez e seu parto. Uma gravidez não desejada ou inoportuna, por razões afetivas, profissionais ou sociais, frequentemente culmina em um aborto clandestino, quer o aborto induzido seja ou não permitido por lei, quer o procedimento seja ou não realizado com segurança. A pesquisa discute e promove reflexão acerca da questão do aborto, enfocando na realidade da latino américa.
- Português
- The Alan Guttmacher Institute New York and Washington

Cartilha dao Secretaria de Mulheres da Central Única dos Trabalhadres - Distrito Federal (CUT-DF) acerca do aborto.
- Central Única dos Trabalhadres - Distrito Federal (CUT-DF)
