CEDOC
Sobre o CEDOCObras sobre “direitos sexuais”
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A Revista Periódicus está interessada em textos que problematizem normatizações, normalizações e naturalizações sobre gênero e sexualidade, em especial trabalhos que discutam a heteronormatividade e a cisnormatividade, a heterossexualidade e a cisgeneridade compulsórias, além de análises críticas aos binarismos de gênero e sexualidade. Serão priorizados trabalhos que evidenciem e problematizem "regimes de verdade" sobre gêneros e sexualidades, especialmente aqueles em uma perspectiva interseccional. A Revista Periódicus abrange um Dossiê temático, que publica textos inéditos sobre uma mesma temática, que muda a cada edição, e uma Seção Livre, que publica textos que estão sob o escopo da revista, mas não se encaixam nos dossiês. Os textos poderão ter formato de Artigos, Ensaios, Traduções, Entrevistas e Resenhas, além de textos literários, manifestos e outras formas textuais mais experimentais. Todas as publicações devem ter pelo menos 60% de seu conteúdo de investigação original, dentro do âmbito científico e acadêmico. Cada Dossiê possui prazos específicos detalhados nas chamadas para publicação, enquanto a Sessão Livre recebe inscrições em fluxo contínuo. Mais informações em "Diretrizes para autor@s".
- Periódicus
- 2018

Matéria da Folha de São Paulo (1995) sobre a publicação de uma carta do Papa João Paulo II para as mulheres, quer mostrar o respeito por elas e afirma que na Conferência de mulheres devem focar mais na maternidade e menos em direitos sexuais.
- 10 de julho de 1995

A instituição do casamento deve estar acessível a todos os cidadãos, independentemente de sua orientação sexual, sob pena de discriminação vedada na Constituição Federal. Contribui para essa conclusão a jurisprudência que, utilizando-se da analogia, tem reconhecido uniões estáveis entre pessoas do mesmo sexo sem que para isso seja obstáculo o fato de a Constituição prever que a união estável se dê “entre o homem e a mulher”. Essa interpretação deve ser ampliada para o casamento entre pessoas do mesmo sexo. É importante compreender que não se trata de alcançar um novo direito a gays e lésbicas, mas apenas assegurar-lhes o direito que já possuem: de não serem discriminados. Sustentar a necessidade de uma lei para regular o casamento gay é ignorar que a regulação do casamento deve ser uma só, sob pena de discriminação, porque é injustificado tratamento distinto para casais homossexuais.
- Estudos Feministas, vol. 14, n.2
- 2006

- Espanhol
- PALOMINO, Nancy, RAMOS, Miguel, VALVERDE, Rocío e VÁSQUEZ, Ernesto
