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Sobre o CEDOCObras sobre “estupro”
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Reportagem do Jornal Fêmea (Ano V, N. 44, Setembro/1996) acerca do projeto de lei que obriga a rede pública de saúde a atender os casos de aborto legal (estupro e risco de vida da gestante).

Recorte do jornal Correio Braziliense, do caderno Brasil, dia 01/03/1998 que fala sobre deficiente mental que foi vítima de estupro e decidiu abortar

O ensaio trata de modalidades de construção da virilidade. Tem como referência falas de prisioneiros sentenciados por estupro. A pesquisa revela que as suas representações oscilam entre a atribuição do qualificativo de monstruosidade e sua caracterização como o mais banal ato de relações sexuais entre homens e mulheres. O transformismo dos sentidos culturais em torno da idéia de estupro é um dos pontos centrais deste artigo. As representações do estupro levam a caracterizá-lo como um forte núcleo do “imaginário da sexualidade de gênero”, que distingue radicalmente os lugares do masculino e do feminino. O estupro representa a reafirmação do caráter sacrificial dos corpos das mulheres.
- Cadernos Pagu, Trajetórias do gênero, masculinidades..., v.11

O artigo aborda um dos grandes silêncios da mídia global: o caso dos estupros de mulheres muçulmanas por soldados e mercenários norte-americanos no Iraque, através da análise das imagens dessas violências. O mediascape contemporâneo é um dos mais prolixos. No entanto, silêncios permanecem como estes – e outros – estupros de guerra. Com uma abordagem antropológica do significado da guerra, o artigo enfoca também a participação e as imagens das mulheres neste espaço masculino que é a guerra.
- Estudos Feministas, vol. 15, n.1

O trabalho tem como referencial teórico as relações de gênero e a concepção de subjetividade sob o enfoque da Psicologia Sócio-Histórica. A partir de entrevistas realizadas com mulheres adultas que sofreram a violência sexual do estupro, e através da análise de seus relatos, destacam-se as repercussões, os significados e a produção de sentidos em suas subjetividades. Observa-se, sobretudo, a constituição de novas violências, agora simbólicas, infringidas pela cultura.
- Revista Gênero, v.2 n.1
