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Sobre o CEDOCObras sobre “freud”
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Trabalho disponível na obra "Novas conferências introdutórias sobre psicanálise e outros trabalhos (1932-1936) - Volume 22". Capítulo: Conferência XXXIII - Feminilidade. Essa conferência baseia-se principalmente em dois artigos anteriores: "Algumas Consequências Psíquicas da Distinção Anatômica entre os Sexos" (1925) e "Sexualidade Feminina" (1931). A última parte, contudo, que trata da mulher na vida adulta, contém material novo, a ser retomado por Freud no capítulo VII da obra póstuma "Esboço da Psicanálise".

Neste texto, gostaria de eleger um momento da vida de Heleieth Saffioti, aquele que reputo seu ato de maior coragem: sendo uma socióloga marxista, tendo Florestan Fernandes como orientador, ter decidido escrever um trabalho de livre-docência sobre a mulher no Brasil, na década de 1960. É a partir desses encontros que será analisado o casamento entre o marxismo e o feminismo que Heleieth realizou em seu livro inaugural. Este artigo está dividido em duas partes: na primeira, apontarei as principais questões discutidas por Heleieth Saffioti em seu livro; na segunda, tratarei de um inimigo comum que aproxima Saffioti de duas mulheres centrais do feminismo da época, Simone de Beauvoir e Betty Friedan: Dr. Freud.
- Estudos Feministas, vol. 22, n.1

Depois da publicação das cartas de Freud a Fliess a literatura psicanalítica começou a prestar atenção à babá de Freud e, por consequência, à importância da babá na família ideal dessa literatura. Incluída, na prática, nos modelos explicativos de análise da família burguesa desde o século dezenove, a babá, ainda demasiado presente nas famílias de classe média e alta no Brasil, foi excluída da teoria analítica e continua a por em questão o triângulo “papai-mamãe-filho”.
- Cadernos Pagu, Repensando relações familiares, v.29

- Cadernos de Saúde Pública

- Revista Grifos
