CEDOC
Sobre o CEDOCObras sobre “linguagem”
17 resultados
A Extensão Rural tem até hoje considerado a mulher camponesa principalmente como doméstica, ensinado-a a cumprir seu papel de mãe, esposa e dona de casa, e reforçando assim o modelo da família e de núcleo de pequena produção, que interessa conservar. As mudanças que estão em curso na re-orientação da Extensão Rural devem portanto ter em conta as mudanças no papel da mulher. Por essa razão procuramos descobrir quais são as frustrações e aspirações da mulher do campo, para fornecer subsídios às novas dimensões do relacionamento do extensionista com o seu público, e sobretudo para que o camponês e sua família sejam vistos mais como pessoa do que como produtores. Como local de investigação foi escolhida uma comunidade norte-riograndense, Laginhas, município de Caicó; e como técnica a análise de linguagem, tomando como material a desenvolver os ditados populares. Tentamos assim definir um perfil, local, da mulher rural através de sua fala, e da construção de um modelo e anti-modelo que represente suas aspirações.
- Universidade Federal de Santa Maria
- Mestrado

Este volume do periódico Estudos da Língua(gem) ruene diferentes trabalhos sobre a questão do gênero, discursos a respeito da mulher e linguagem.
- Francês
- Sírio Possenti (Org.)

Matéria do Jornal Folha de São Paulo (1978) sobre a artista Miriam Muniz e suas inovações na cena artística brasileira.

Este artigo discute entendimentos metapragmáticos e psicanalíticos de linguagem, gênero e desejo. Discute o desafio que cada abordagem disciplinar sobre linguagem, gênero e desejo coloca uma para a outra. Argumenta que uma teoria robusta de linguagem e gênero precisa que a subjetividade seja vista como uma ordem de fenômeno distinta das ordens semântica e pragmática do fenômeno linguístico. O artigo sugere duas propostas modestas como uma maneira de começar a entender a inter-relação entre linguagem e subjetividade. Começa com um breve panorama das abordagens linguístico-antropológicas para gênero e sexualidade. Então descreve a pragmática íntima do sujeito falante articulando trabalhos recentes sobre metapragmática e gênero com uma abordagem de inspiração psicanalítica sobre subjetividade e desejo.
- Estudos Feministas, vol. 24, n.1

O texto analisa a importância da linguagem na tradução do conhecimento produzido na área dos estudos feministas e relações de gênero tendo em vista a assimilação desses conteúdos por parte de públicos distintos nos processos de formação, em especial, aqueles setores que não dominam a linguagem acadêmica. Nessa perspectiva, busca-se analisar duas vertentes da linha editorial do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre a Mulher – NEIM/UFBa: de um lado, a Coleção Bahianas, editada nos cânones da “liturgia acadêmica” e, do outro, o chamado “material educativo”, sustentáculo da atividade de extensão em que o eixo norteador é o “se fazer entender”.
- Estudos Feministas, vol. 21, n.2
