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Sobre o CEDOCObras sobre “mídia”
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Reportagem publicada em 26 de junho de 1995, por Esther Hamburguer, na Folha de São Paulo.

Matéria do Estado de S. Paulo (2006) sobre distorção de imagem, anorexia, bulimia e incentivo à magreza na mídia.

O texto apresenta um panorama de estudos realizados no Brasil sobre as relações entre mídia, homossexualidades, lesbianidades e travestilidades através das apresentações e comentários de 80 trabalhos. A proposta é de divulgar e informar resumidamente do que trata cada trabalho, quais foram algumas das conclusões e alguns dos autores ou correntes teóricas mais utilizadas pelos pesquisadores. No final, os autores apontam algumas lacunas e características gerais desses estudos.
- Revista Gênero, Vol. 12, n. 2

Este artigo, através do exame de material jornalístico publicado entre o início de janeiro de 2008 e o final de dezembro de 2010, tem como objetivo analisar a dinâmica que organiza o abandono de bebês no Brasil contemporâneo. Ao mesmo tempo, busca examinar o modo como a mídia reporta esse fenômeno, sublinhando sua perspectiva moralista e discriminatória. Atenção particular é dada ao fato de que as mulheres-mães são frequentemente consideradas as únicas responsáveis enquanto os homens- -pais raramente são acusados ou mesmo mencionados.
- Revista Gênero, Vol. 11, n. 2

Este trabalho propõe uma reflexão antropológica sobre os discursos e imagens do corpo e da sexualidade na sociedade brasileira com base em um fenômeno social particular: o surgimento do Viagra na esfera pública nacional. Explora as conotações construídas e/ou ratificadas pela mídia impressa em torno deste medicamento, a partir da análise de conteúdo de reportagens publicadas em dois jornais de grande circulação, pertencentes à mesma organização empresarial e dirigidos a públicos distintos. O material analisado data de abril de 1998 a abril de 1999, período correspondente ao início - e ápice - do debate sobre o medicamento no país. O artigo trata dos simbolismos e das estratégias discursivas utilizadas pelos jornais na apresentação do remédio para o público geral e chama a atenção para um apelo a lógicas tradicionais de gênero, a despeito de um cenário contemporâneo de questionamentos acerca das relações entre os sexos e da sexualidade.
- Estudos Feministas, vol. 17, n.1
