Instituto de Estudos de Gênero
Palavra-chave

Obras sobre “marxismo”

15 resultados

Volume
HECATE, Vol. 28. N. 2

Discute questões relacionadas às mulheres, principalmente feminismos, Marxismo, anti-racismo, etc.

  • HECATE
Artigo
O feminismo bem-comportado de Heleieth Saffioti (presença do marxismo)

Neste texto, gostaria de eleger um momento da vida de Heleieth Saffioti, aquele que reputo seu ato de maior coragem: sendo uma socióloga marxista, tendo Florestan Fernandes como orientador, ter decidido escrever um trabalho de livre-docência sobre a mulher no Brasil, na década de 1960. É a partir desses encontros que será analisado o casamento entre o marxismo e o feminismo que Heleieth realizou em seu livro inaugural. Este artigo está dividido em duas partes: na primeira, apontarei as principais questões discutidas por Heleieth Saffioti em seu livro; na segunda, tratarei de um inimigo comum que aproxima Saffioti de duas mulheres centrais do feminismo da época, Simone de Beauvoir e Betty Friedan: Dr. Freud.

  • Estudos Feministas, vol. 22, n.1
Artigo
Angelita La Escapía e a fotografia viva de Marx: feminismo e passados presentes em Almanac of the Dead

Análise de Almanac of the Dead à luz de teorias feministas e de uma perspectiva pósmoderna segundo a qual a noção de passados presentes é enfatizada através da exploração da metáfora da fotografia viva de Marx, mostrada no romance. A paixão da personagem Angelita pela fotografia de Marx é vista como uma forma de síntese entre a percepção indígena do tempo como eternos presentes - que é também resistência à opressão, uma vez que o passado não é jamais esquecido - e os conceitos marxistas de tempo e história.

  • Estudos Feministas, vol. 10, n.1
Artigo
"Gênero" para um dicionário marxista: política sexual de uma palavra

A autora conta suas desventuras teóricas após aceitar escrever um verbete sobre "gênero" para um dicionário marxista reputado. Em suas próprias palavras: "Além disso, mesmo se Marx e Engels - ou até Gayle Rubin - não se aventuraram pela sexologia, medicina ou biologia em suas discussões sobre sexo/gênero, ou sobre a questão da mulher, eu sabia que teria de fazê-lo. Ao mesmo tempo, estava claro que outras GRANDES correntes dos escritos feministas modernos sobre sexo, sexualidade e gênero se entrelaçavam constantemente mesmo com as mais modestas interpretações de minha encomenda. A maioria delas, talvez especialmente as correntes psicanalítica e literária do feminismo francês e inglês, não aparece em meu verbete sobre Geschlecht. De modo geral, o verbete abaixo focaliza os escritos das feministas norte-americanas. Este não é um escândalo trivial."

  • Cadernos Pagu, O risco do bordado, v.22
Volume
Revista de Ciências Sociais, Vol. 30. N. 1/2
  • Revista de Ciências Sociais

Inscreva-se para receber nosso boletim

Inscrever-se