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Sobre o CEDOCObras sobre “portugal”
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A primeira secção deste artigo incide num estudo representativo dos feminismos artísticos praticados em Portugal. Grande parte das referências de artistas, activistas ou grupos foi pesquisada e acedida on-line, num processo de trabalho que combinou a consulta e pedidos de depoimentos às/aos artistas sobre as suas obras e imagens. A segunda secção pretende mensurar as condições de produção de arte feminista. Tal foi possível sobretudo através do levantamento de dados on-line relativos à representatividade de artistas homens e mulheres em algumas das principais instâncias artísticas. Adicionalmente, foram articulados alguns testemunhos de agentes artísticos que documentassem alguns dos obstáculos presentes no sistema artístico português impostos às mulheres artistas, assim como à produção de arte feminista.
- Estudos Feministas, vol. 21, n.3

Neste trabalho exponho algumas das conclusões acerca do “feminismo de Estado” em Portugal, tema pouco estudado no país e objeto central da minha investigação de doutoramento em Sociologia do Estado, Direito e Administração (FEUC/CES). Na pesquisa interroguei a ação do Estado português na promoção da igualdade de mulheres e homens desde 1970, concretamente o papel que a atualmente designada Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) como mecanismo oficial para a igualdade tem vindo a desempenhar em articulação com os movimentos de mulheres na promoção de políticas públicas de igualdade. Explicito, aqui, os principais desafios com que se confrontam a Comissão e as associações de mulheres, designadamente, o do mainstreaming de género, da politicização da área, da nova gestão pública, da adoção da linguagem de “género”, da alteração da relação com as ONGs e da inclusão de novos representantes e novos eixos de desigualdade.
- Estudos Feministas, vol. 21, n.2

Neste trabalho exponho algumas das conclusões acerca do “feminismo de Estado” em Portugal, tema pouco estudado no país e objeto central da minha investigação de doutoramento em Sociologia do Estado, Direito e Administração (FEUC/CES). Na pesquisa interroguei a ação do Estado português na promoção da igualdade de mulheres e homens desde 1970, concretamente o papel que a atualmente designada Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) como mecanismo oficial para a igualdade tem vindo a desempenhar em articulação com os movimentos de mulheres na promoção de políticas públicas de igualdade. Explicito, aqui, os principais desafios com que se confrontam a Comissão e as associações de mulheres, designadamente, o do mainstreaming de género, da politicização da área, da nova gestão pública, da adoção da linguagem de “género”, da alteração da relação com as ONGs e da inclusão de novos representantes e novos eixos de desigualdade.
- Estudos Feministas, vol. 21, n.2

O presente texto tem como objetivo o estudo dos primeiros livros de cozinha escritos por portuguesas durante o século XX, tendo em conta o enquadramento sócio político da época.
- Caderno Espaço Feminino, v.19 n.1

Apresentação da revista Ex-Æquo (da Associação Portuguesa de Estudos sobre as Mulheres), no ambito da institucionalização dos estudos sobre as mulheres e sobre gênero em Portugal e no contexto de uma sociedade democrática.
- Estudos Feministas, vol. 12, n.especial
