Instituto de Estudos de Gênero
Palavra-chave

Obras sobre “rural”

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Tese
MULHER SEMPRE, ÀS VEZES GENTE - Ocultamento e revelação na linguagem da mulher rural

A Extensão Rural tem até hoje considerado a mulher camponesa principalmente como doméstica, ensinado-a a cumprir seu papel de mãe, esposa e dona de casa, e reforçando assim o modelo da família e de núcleo de pequena produção, que interessa conservar. As mudanças que estão em curso na re-orientação da Extensão Rural devem portanto ter em conta as mudanças no papel da mulher. Por essa razão procuramos descobrir quais são as frustrações e aspirações da mulher do campo, para fornecer subsídios às novas dimensões do relacionamento do extensionista com o seu público, e sobretudo para que o camponês e sua família sejam vistos mais como pessoa do que como produtores. Como local de investigação foi escolhida uma comunidade norte-riograndense, Laginhas, município de Caicó; e como técnica a análise de linguagem, tomando como material a desenvolver os ditados populares. Tentamos assim definir um perfil, local, da mulher rural através de sua fala, e da construção de um modelo e anti-modelo que represente suas aspirações.

  • Universidade Federal de Santa Maria
  • Mestrado
Recortes de jornais
A outra reforma da previdência

Reportagem do Correio Braziliense (1999) noticiando uma nova reforma na previdência que inclui os trabalhadores rurais.

Artigo
RURALIDADE E MULHERES RESPONSÁVEIS POR DOMICÍLIOS NO NORTE E NO NORDESTE

A comparação de mulheres como responsáveis de domicílios no Norte e no Nordeste revela efeitos de diferenciação de gênero e de histórias divergentes de migração. Como em todo o Brasil, essas mulheres têm mais instrução e menos renda que os homens responsáveis por domicílios. Fazem uso extensivo de ingressos da seguridade social, especialmente nas áreas rurais. Elas assumem mais a chefia ou quando são adolescentes, ou, muito mais, quando passam da idade de 45 anos. Recorrem mais intensivamente que homens às suas redes de relações ampliadas para inclusão de outros nas suas casas. No Norte, comparado com o Brasil e o Nordeste, com maior presença de imigração masculina, há menos mulheres chefes, em geral, e especialmente no campo. Relativamente, têm instrução superior à dos homens responsáveis. Nas suas casas há mais pessoas que nas de mulheres responsáveis em outras regiões. Só ocasionalmente moram sozinhas. No Nordeste, com uma história de emigração, as mulheres responsáveis são muito mais numerosas, em geral, com particular força no campo. A sua instrução não é tão superior à dos homens quanto à das mulheres no Norte. Elas residem sozinhas com mais freqüência e há pouca diferença no número de pessoas entre casas nas áreas urbanas e rurais.

  • Estudos Feministas, vol. 15, n.2
Artigo
La feminización de la pobreza en el medio rural del México

La precariedad de las condiciones del campo mexicano se agudizan entre los sectores más desfavorecidos de la sociedad, especialmente las mujeres; quienes afrontan las consecuencias de la migración y de la discriminación de género. Asimismo, en este artículo se analiza la desigualdad entre hombres e mujeres; el medio rural y urbano y los intentos insuficientes del gobierno para afrontar el problema.

  • Caderno Espaço Feminino, v.12 n.15
Volume
Ciência e Cultura, Vol. 38. N. 1
  • Ciência e Cultura

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