Instituto de Estudos de Gênero
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Obras sobre “televisão”

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Recortes de jornais
OAB faz campanha contra canal gay no interior de SP

Reportagem publicada em 12 de dezembro de 1996, por Edmilson Zanetti, no jornal Folha de São Paulo.

Artigo
Consumidoras e heroínas: gênero na telenovela

Este trabalho explora as correlações entre telenovela, consumo e gênero, buscando compreender como a mídia está articulada à promoção de bens e da cultura do consumo, e como gênero é um eixo importante em tal articulação. A pesquisa foi feita a partir de um estudo etnográfico de recepção de novelas, e se desdobra na análise da relação entre televisão e publicidade, discutindo a feminilização do consumo e a construção de certa imagem feminina hegemônica nas novelas e nos anúncios comerciais.

  • Estudos Feministas, vol. 15, n.1
Artigo
A expansão do “feminino” no espaço público brasileiro: novelas de televisão nas décadas de 1970 e 80

O texto retoma a literatura crítica e múltipla que, a partir de diversas perspectivas teóricas, com ênfase em diferentes períodos históricos e países, trata das relações entre meios de comunicação de massa e representações das relações de gênero. Essa revisão bibliográfica seleciona trabalhos sugestivos para a discussão que se segue sobre as principais convenções das novelas brasileiras, gênero de programação que articula elementos do documentário e da ficção, tratando da nação em termos melodramáticos. Análise de títulos relevantes exibidos nos anos 70 e 80 sugere que novelas pautaram o espaço público brasileiro em termos que expandem o domínio convencionalmente definido como feminino.

  • Estudos Feministas, vol. 15, n.1
Artigo
O corpo feminino como objeto médico e “mediático”

É comum na televisão brasileira a presença de profissionais da saúde, na sua maioria ginecologistas, que respondem consultas do público. É o caso dos quadros semanais de dois programas diários que aqui analisamos: o Note e Anote (Rede Record), de alcance nacional, e o Conversa Franca (Band-Bahia), regional, os quais denominamos “tele-consultas médicas”. Pretendemos discutir, através da análise desses produtos, como a menstruação – e as vicissitudes vinculadas a ela – é representada na mídia, vinculada à idéia de impureza, sujeira ou como patologia, e como essas estratégias representacionais operam sobre a criação de identidades de gênero e participam na conflitiva relação das mulheres com seu próprio corpo.

  • Estudos Feministas, vol. 13, n.2
Volume
Revista de Saúde Pública, Vol. 46. N. 4
  • Revista de Saúde Pública

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