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Sobre o CEDOCObras sobre “teoria”
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Este ensaio propõe uma discussão do artigo de Claire Hemmings "Telling Feminist Stories", publicado pela Feminist Theory, buscando verificar de que forma a estória construídadesconstruída que a autora do artigo apresenta sobre o feminismo recente encontra ou não ecos na circulação de textos feministas considerados fundamentais para a própria estruturação teórica da área. Também discutimos como a utilização de alguns textos representativos influencia a consolidação de teorias do feminismo na contemporaneidade, principalmente aquelas afinadas com perspectiva pós-estruturalista. Discutimos as teses defendidas pela autora, buscando exemplificar nossa concordância ou discordância em relação aos argumentos fundamentais apresentados ao longo do texto através de exemplos crítico-literários.
- Estudos Feministas, vol. 17, n.1
- 2009

¿Existe un feminismo latinoamericano? Creemos que sí, y que tienen sus propias raíces y su propio perfil, que abreva de las múltiples corrientes teóricas y filosóficas de los desarrollos actuales del feminismo. Creemos además que la situación periférica del continente le permite tomar y situar diversas lecturas, trazar redes conceptuales y aceptar el desafío de pensar y plantear sus propios problemas. Este artículo pretende dar cuenta de algunos de esos desafíos y recorridos.
- Estudos Feministas, vol. 15, n.1
- 2007

Debate feminista ha publicado más de 7,000 páginas de textos escritos por mujeres o sobre mujeres en sus trece años de vida. Los objetivos de la revista ser un puente entre el trabajo académico y el político y establecer un diálogo con el movimiento feminista. Se hace un recuento de los temas tratados por la revista, a partir de los números más solicitados. A partir de una pequeña encuesta con académicas y activistas se concluye que la revista se lee por su utilidad práctica y los artículos de mayor interés son los teóricos. Se agrega al final una breve historia de la revista Fem.
- Estudos Feministas, vol. 12, n.especial
- 2004

A autora conta suas desventuras teóricas após aceitar escrever um verbete sobre "gênero" para um dicionário marxista reputado. Em suas próprias palavras: "Além disso, mesmo se Marx e Engels - ou até Gayle Rubin - não se aventuraram pela sexologia, medicina ou biologia em suas discussões sobre sexo/gênero, ou sobre a questão da mulher, eu sabia que teria de fazê-lo. Ao mesmo tempo, estava claro que outras GRANDES correntes dos escritos feministas modernos sobre sexo, sexualidade e gênero se entrelaçavam constantemente mesmo com as mais modestas interpretações de minha encomenda. A maioria delas, talvez especialmente as correntes psicanalítica e literária do feminismo francês e inglês, não aparece em meu verbete sobre Geschlecht. De modo geral, o verbete abaixo focaliza os escritos das feministas norte-americanas. Este não é um escândalo trivial."
- Cadernos Pagu, O risco do bordado, v.22
- 2004

- Português
- ALVES, Douglas Santos
