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Sobre o CEDOCObras sobre “turismo”
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Este articulo tiene como objectivo discutir la relación entre espacio, tiempo e género en el contexto de comunidades pescadoras del Nordeste de Brasil. Centra-se en el analizis de essas categorias hacia la ótica femenina, destacando las transformaciones negativas ocurridas en el universo de género face a la modernización en general y el turismo en especial.
- Estudos Feministas, vol. 15, n.2

Este artigo tem como base de análise uma pesquisa etnográfica localizada numa antiga zona de prostituição feminina fechada na cidade do Rio de Janeiro – a Vila Mimosa. Aqui apresento a problemática de que espaços criados em função do consumo de sexo local também estão sendo voltados para o encontro entre trabalhadoras/es do sexo locais e estrangeiros. A discussão centrase em como este macro espaço de prostituição feminina transforma-se num palco de conflito quando se torna um mercado sexual também utilizado pelos estrangeiros.
- Cadernos Pagu, Mercado do sexo, v.25

A produção sócio-antropológica que trata do turismo discute a oposição entre o caráter de massa atribuído ao olhar dos turistas contemporâneos e o caráter individual vinculado à ?viagem?. Este texto dialoga com argumentos presentes nessa oposição, a partir da análise etnográfica de relatos de viajantes à procura de sexo que freqüentam pontos do circuito internacional de turismo sexual. Centrando-se em narrativas ficcionais/experienciais, Plateforme, romance de Michel Houellebecq, recentemente publicado, os relatos de viagem de Mattioli Ross e histórias contadas por viajantes à procura de sexo, no marco de uma pesquisa sobre turismo sexual internacional no Nordeste do Brasil, o texto estabelece esse diálogo considerando as noções centrais presentes nesse conjunto de relatos atravessados por gênero: exotismo, sexualidade e autenticidade.
- Cadernos Pagu, Crônicas Profanas , v.19

Neste artigo exploro como alguns textos da mídia, que tratam do ?turismo sexual?, apresentam diversas categorias de diferenciação social. Vários artigos publicados sobre este tema em revistas brasileiras de circulação semanal e mensal relacionam gênero, classe, ?cor? e ?nacionalidade? de uma maneira que resulta particularmente significativa quando contextualizados através de outros textos das mesmas revistas. O jogo de entrelaçamento/omissão destas categorias torna a leitura do material instigante à luz das discussões acadêmicas feministas recentes que, pondo cada vez mais em questão a centralidade necessária do gênero, consideram fundamental a incorporação de ?outras? categorias de diferenciação social como ?marcas? a serem contempladas na análise de contextos específicos.
- Cadernos Pagu, Raça e gênero, v.6_7

Quem é a baiana? Não há uma resposta simples para essa questão, mas refletir sobre o Circuito Sexual do Turismo em Salvador pode nos ajudar. As baianas são consideradas as morenas-jambo, por sua cor de pele. Este artigo trata das mulheres negras e como o mercado de corpos interfere na construção de suas identidades, criando sonhos e alimentando as fantasias masculinas sobre a mulher brasileira.
- Cadernos Pagu, Raça e gênero, v.6_7
