
ENTREVISTA - Conhecendo a equipe do IEG
Durante este mês demos início a uma série de entrevistas com a equipe que integra o IEG, na tentativa de aproximar nosso público com os/as bolsistas que atuam em nossos projetos. Venha conferir quem inicia esta programação!
Na edição de Outubro/Novembro do nosso Boletim de Notícias, damos início a uma série de entrevistas com a equipe que integra o IEG, que trabalha nos bastidores, ajuda na elaboração e que são imprescindíveis para a realização dos projetos. Nosso objetivo é visibilizar o pensamento das/os bolsistas, mostrando suas ideias, sonhos e reflexões sobre os estudos de gênero e feministas. A bolsista Letícia Lima, graduanda em Psicologia (UFSC), é uma das entrevistas. Confira abaixo:
Conte-nos como você se aproximou do IEG e como suas atividades dentro do Instituto se relacionam com seus estudos na UFSC.
Letícia Lima (LL): Minha aproximação ao IEG começou logo no início da minha graduação em Psicologia, em 2018, quando tive a oportunidade de participar como ouvinte do Intercongresso Fazendo Gênero – 6ª Edição do Seminário Gênero e Feminismo. O evento suscitou o meu desejo por aprofundar nos estudos de gênero, principalmente dentro da perspectiva interseccional. Desde então, fiquei atenta às atividades de ensino, extensão e pesquisa do IEG, quando em 2019 me candidatei à uma bolsa de estágio não-obrigatório e felizmente fui selecionada. A oportunidade de estagiar no Instituto ampliou significativamente meu horizonte de referências no que tange aos estudos de gêneros e feministas, principalmente por atuar ao lado do CEDOC, além de me proporcionar participações ativas e construtivas em eventos científicos interdisciplinares, bem como contatos próximos com teóricas de referência nacional e internacional na área dos feminismos.
Quais têm sido suas atividades e prioridades como bolsista do IEG, considerando o atual momento que vive a UFSC, o país e o mundo, diante da pandemia da Covid-19?
LL: Como bolsista do IEG, minhas atividades se concentram nas funções da secretaria e comunicação. Diante das condições impostas neste atual cenário pandêmico, a comunicação se tornou o principal meio para manter o público próximo e atento às atividades do IEG. Neste sentido, priorizo ainda mais a produção de conteúdo para os canais de comunicação do IEG, que se concentram nas páginas do Facebook, Instagram e no Site, através de um planejamento de mídias. A organização e realização de eventos no formato online também se tornou uma prioridade para a equipe, no sentido de se adequar e se aventurar aos novos desafios surgidos a partir do isolamento social. Além disso, há também o esforço junto à equipe para manter a periodicidade mensal das edições do Boletim de Notícias do IEG, que julgamos ser de suma importância para informar o público do IEG quanto às iniciativas de estudos de gênero, feminismos e diversidades, dentro e fora da UFSC.
Estar no IEG e de certa forma em contato com os estudos de gêneros e feministas têm causado efeitos na sua trajetória pessoal e acadêmica e profissional? Como?
LL: Com certeza, e efeitos muito positivos. Academicamente, pude conhecer diversos núcleos e laboratórios de pesquisa, participar de cursos, palestras, rodas de conversas, me aproximar de professoras/es do Departamento de Psicologia, mas também de outras áreas do conhecimento, o que me possibilita a construção de um olhar interdisciplinar para os fenômenos sociais. Profissionalmente, as funções que desempenho no IEG me auxiliam no desenvolvimento de diversas habilidades e competências, principalmente no que se refere à comunicação oral e escrita, às relações interpessoais e o trabalho em equipe. Pessoalmente, por último, atuar no IEG, que se caracteriza por ser um ambiente aberto e acolhedor, e estar em contato com os estudos de gêneros e feministas me estimula a expressar livre e orgulhosamente quem eu sou, uma estudante preta, feminista e sapatão.









