
ENTREVISTA - Conhecendo a equipe do IEG
Na tentativa de aproximar nosso público com os/as bolsistas que atuam em nossos projetos, iniciamos uma sessão de entrevistas com a equipe que integra o IEG. O entrevistado de hoje é o bolsista Nathan Manoel. Saiba mais!
Na edição de Outubro/Novembro do nosso Boletim de Notícias, demos início a uma série de entrevistas com a equipe que integra o IEG, que trabalha nos bastidores, ajuda na elaboração e que são imprescindíveis para a realização dos projetos. Nosso objetivo é visibilizar o pensamento das/os bolsistas, mostrando suas ideias, sonhos e reflexões sobre os estudos de gênero e feministas. O entrevistado de hoje é o Nathan Manoel, estudante de Cinema (UFSC) e bolsista do Espaço Cultural Gênero e Diversidades (ECGD). Confira abaixo!
Conte-nos como você se aproximou do IEG e como suas atividades dentro do Instituto se relacionam com seus estudos na UFSC.
Nathan Manoel (NM): Conheci o IEG por indicação de professores do curso(Cinema) que já tiveram envolvimento com o projeto e que apresentavam os eventosdo IEG para turma. Em 2019 compareci a um evento do Espaço Cultural e me apaixonei pela proposta do espaço, principalmente por ser um local onde as diversidades podem se sentir acomodadas e seguras. Em Abril de 2020 tive a oportunidade de entrar para o time do IEG como Bolsista no ECGD.
Quais têm sido suas atividades e prioridades como bolsista do IEG, considerando o atual momento que vive a UFSC, o país e o mundo, diante da pandemia da Covid-19?
NM: Sou Bolsista do Espaço Cultural Gênero e Diversidade, uma frente do IEG voltada pro espaço físico e criação de eventos, e foi um desafio se adaptar para continuar oferecendo a mesma experiência e espaço para o público alvo do espaço. Por sorte, e coordenação da Olga Garcia, conseguimos criar sub-projetos que abraçam os valores que o IEG defende mostrando os diferentes talentos da UFSC(projeto "Mostra virtual de talentos UFSC") e as diferentes culturas que fazem parte da UFSC(projeto "Entrelaçando Mundos".
Estar no IEG e de certa forma em contato com os estudos de gêneros e feministas têm causado efeitos na sua trajetória pessoal e acadêmica e profissional? Como?
NM: Com certeza, como futuro cineasta é muito importante ter contato direto com as pessoas que cotidianamente são deixadas de lado pelo cinema. Mesmo já sendo parte de uma minoria, você acaba aprendendo muito mais sobre o mundo ao seu redor e criando novas questões para serem colocadas na hora de atuar na minha futura profissão. Sem contar que, por ter que entrar em contato diariamente com pessoas, acabo perdendo um pouco da timidez e melhorando as minhas habilidades de comunicação.









