
ENTREVISTA - Conhecendo a equipe do IEG
Dando continuidade à sessão de entrevistas com o equipe que integra o IEG, a entrevistada de hoje é a Pâmela Martins, estudante de Relações Internacionais (UFSC) e bolsista do Projeto de extensão "Arte, Perfomance e Política: artivismo e relações entre academia-movimentos sociais". Venha conferir!
Na edição de Outubro/Novembro do nosso Boletim de Notícias, demos início a uma série de entrevistas com a equipe que integra o IEG, que trabalha nos bastidores, ajuda na elaboração e que são imprescindíveis para a realização dos projetos. Nosso objetivo é visibilizar o pensamento das/os bolsistas, mostrando suas ideias, sonhos e reflexões sobre os estudos de gênero e feministas. Nesse sentido, a entrevistada de hoje é a Pâmela Martins, estudante de Relações Internacionais (UFSC) e bolsista do Projeto de extensão "Arte, Perfomance e Política: artivismo e relações entre academia-movimentos sociais". Leia abaixo!
Conte-nos como você se aproximou do IEG e como suas atividades dentro do Instituto se relacionam com seus estudos na UFSC.
Pâmela Martins (PM): Meu interesse por estudos de gênero surgiu há alguns anos, e acabei conhecendo o IEG antes mesmo de estudar na UFSC. Ao começar a graduação de Relações Internacionais, já tinha em mente o caminho que gostaria de seguir, isto é, área acadêmica e englobando gênero e feminismos. Apesar da interdisciplinaridade, as pesquisas que utilizam tal temática como categoria de análise, são escassas, devido ao conservadorismo das teorias tradicionais das RI. O sistema internacional e os estudos que o permeiam, na grande maioria das vezes, invisibiliza o indivíduo, e ao buscar uma base sólida quanto às relações sociais, a humanidade e todas suas facetas, percebi a importância do IEG para mim e para minha formação.
Quais têm sido suas atividades e prioridades como bolsista do IEG, considerando o atual momento que vive a UFSC, o país e o mundo, diante da pandemia da Covid-19?
PM: Entrei para o IEG no início da pandemia, todos estávamos aprendendo a viver on-line, então a coletividade foi muito importante para o aprendizado. Sou bolsista do Projeto de Extensão “Arte, Performance e Política: Artivismo e relações entre academia-movimentos sociais”, vinculado à Comissão de Movimentos Sociais do Fazendo Gênero 12, minhas atividades centrais giram em torno do mapeamento de artivistas e organização de aulas, debates e oficinas que visam potencializar e refletir quanto às intervenções culturais, sociais e políticas, aproximando os movimentos sociais da academia.
Estar no IEG e de certa forma em contato com os estudos de gêneros e feministas têm causado efeitos na sua trajetória pessoal e acadêmica e profissional? Como?
PM: Sem dúvidas. Fazer parte do IEG ultrapassou as expectativas! A auto necessidade de conhecer os indivíduos profundamente, baseava-se no âmbito teórico, e a visão academicista que eu havia do instituto, estava enraizado, o que não podia estar mais longe da verdade. As pessoas, as experiências, as histórias de vida, as alegrias, as mudanças, as diferentes lutas, isso que é conhecer os indivíduos, estudar as relações sociais, a humanidade, e quem proporcionou isso, foi o IEG. Conheci pessoas incríveis, aprendi coisas de extrema importância, vivenciei momentos inesquecíveis, compreendi mais sobre quem sou, o que quero, e espero que esteja só começando!









