CEDOC
Sobre o CEDOC945 livros

Este livro é fruto de um trabalho coletivo que vem sendo desenvolvido no Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades – NIGS há 30 anos. Desde 1991, por ele passaram diferentes gerações de estudantes e pesquisadoras que hoje estão espalhadas pelo mundo e pelo Brasil afora, disseminando práticas coletivas de produção científica e ativista feminista. É sobre esse modo de produzir conhecimento, a partir do “fazer”, que compartilhamos aqui uma breve história do lugar das oficinas na trajetória do NIGS.
- Português
- Aline de Lima Bonetti (organizadoras)., Miriam Pillar Grossi e Tânia Welter

O livro de Graziela Scheffer traz à tona uma parte da história do Serviço Social ainda pouco conhecida: a particularidade da constituição dessa profissão no Rio de Janeiro. Cumpre, portanto, um papel importantíssimo na produção de conhecimento sobre os fundamentos da profissão, analisando o papel das pioneiras cariocas na emergência e desenvolvimento do Serviço Social no Brasil. O livro é resultado de uma pesquisa bibliográfica e documental de fôlego, onde a autora apresenta os nexos existentes entre a dinâmica política, econômica, social e cultural nacional, estadual e os elementos da trajetória pessoal das pioneiras. Vários aspectos se destacam nesse processo: o papel laico secularizado e o segmento católico na consolidação das escolas cariocas. O presente livro nos brinda com um rico e instigante conteúdo, deixando no leitor o desejo de conhecer melhor a nossa histórica...
- Português
- Graziela Scheffer Machado

(...) O que uma escritora como Marlene de Fáveri podia fazer numa situação assim? Escrever. Ela ouviu seu coração e sentou-se para escrever. Surgiu a série Crônica - a incontingência da clausura, publicada semanalmente no site do Portal Catarinas. Tão cientista da História por toda uma vida, Marlene se apoiou naquela ciência para derramar no papel (pois ela escreve a mão, num caderno) sua alma de poeta, rasgando as vísceras do que era estar presa pelo COVID, irremediavelmente prisioneira por um vírus invisível, mais prisioneira, como também estou, dentro de uma casa do que se ela possuísse muros inescaláveis. Em pouco mais de cinco meses está aí o primeiro resultado, o alentado livro que reúne as 25 primeiras crônicas que Marlene escreveu na clausura, e que você vai adorar! (...) Da apresentação da escritora Urda Alice Klueger.
- Português
- Marlene de Fáveri

(...) O que uma escritora como Marlene de Fáveri podia fazer numa situação assim? Escrever. Ela ouviu seu coração e sentou-se para escrever. Surgiu a série Crônica - a incontingência da clausura, publicada semanalmente no site do Portal Catarinas. Tão cientista da História por toda uma vida, Marlene se apoiou naquela ciência para derramar no papel (pois ela escreve a mão, num caderno) sua alma de poeta, rasgando as vísceras do que era estar presa pelo COVID, irremediavelmente prisioneira por um vírus invisível, mais prisioneira, como também estou, dentro de uma casa do que se ela possuísse muros inescaláveis. Em pouco mais de cinco meses está aí o primeiro resultado, o alentado livro que reúne as 25 primeiras crônicas que Marlene escreveu na clausura, e que você vai adorar! (...) Da apresentação da escritora Urda Alice Klueger.
- Português
- Marlene de Fáveri

Com foco na temática da judicialização e das práticas alternativas de justiça, o projeto nasceu com o objetivo de mapear e descrever mecanismos e práticas de promoção de justiça, de reparação moral e de mediação em casos de “violência de gênero” identificados pelos sistemas de justiça no Brasil e na Argentina, numa abordagem comparada. Buscamos, portanto, evidenciar através de pesquisas de campo aspectos judicializantes e experimentos ditos “alternativos” que marcam a rede de atenção à “violência de gênero” no Brasil, bem como os dispositivos jurídicos no Brasil e na Argentina.
- Português
- Fernanda Cardozo e Theophilos Rifiotis
