CEDOC
O Centro de Documentação reúne um conjunto de materiais digitais e físicos do campo dos estudos de gênero, feminismos e sexualidades. Destacamos o Acervo Tito Sena, livros editados pelo IEG, a coleção Revista Estudos Feministas, entre outras.
À partir de quels moments, pour quelles raisons et de quelles manières, la religion et la culture, lorsqu'elles se lient au politique, peuvent-elles être à la fois sources et lieux d'expression des fondamentalismes ? Ce sont les questions centrales qui traversent ce livre. Ce qui est considéré ici, c'est << la religion >> lorsqu'elle est idéologie qui fonde la culture et devient outil d'accès au pouvoir moral, au pouvoir social et surtout au pouvouir politique. Les messages culturels et religieux et leurs interprétations soustendent souvent les décisions, les lois et les programmes prises par le politique. Ils ont des effets directs sur la socété, engénéral, et sur les femmes et les rapports de genre, en particulier. Les contributions à cet ouvrage analysent les diverses formes du fondamentalisme dans quelques pays africains, leurs contextes d'émergence et la manière dont elles (re)façonnent les identités et les rapports hommes/femmes. Ces fondamentalismes constituent des sources de préoccupations persistantes dans les débats de société, aussi bien des organisations féministes et féminines que des mondes académiques et politiques. Les manipulations des cultures et des religions se font de plus en plus politiques et finissent par occasionner des discriminations sociales, voire des violences physiques, morales et symboliques assurément insoutenables.
- Francês
- Fatou Sow
O IX Plenário do Conselho Regional de Psicologia de Santa Catarina (CRP-12), a partir do acúmulo de experiências desenvolvido pelo "GT Gênero e Sexualidades", estabeleceu como um dos objetivos da gestão (2016-2019) a produção deste livro a fim de dar continuidade com a problematização da temática da "Despatologização das Travestilidades e Transexualidades", demarcando o compromisso ético-político da Psicologia diante da produção histórica de categorias patologizadoras e excludentes que marginalizam pessoas travestis e transexuais. Para continuar esta conversa, convidamos as pessoas que participaram dos seminários "Despatologização das Travestilidades e Transexualidades" desenvolvidos pelo CRP-SC em 2016 e 2017, bem como outras pessoas importantes no cenário brasileiro destas discussões, para ampliar o debate sobre como o exercício da Psicologia pode possibilitar a construção de espaços de resistência aos processos de patologização que envolvem as experiências das pessoas trans e travestis, no Brasil.
- Português
- Conselho Regional de Psicologia (Santa Catarina)
O livro "Tentativas de Aniquilamento de Subjetividades LGBTIs", organizado pelo Conselho Federal de Psicologia, por meio de sua Comissão de Direitos Humanos, apresenta um mosaico de histórias de pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e intersexuais (LGBTIs) que retratam os intensos sofrimentos ético-políticos e os processos de resistência decorrentes de diversas formas de violências, preconceitos, injustiças e exclusão.
- Português
- Conselho Federal de Psicologia
Sete contos, diferentes pontos de vista, narradores que nos conduzem por seus caminhos através de desvios, curvas e pontes, pra brincar de inventar corpo e gênero. Esse livro é uma pequena presença para questionar as ausências de personagens trans na maioria dos outros materiais publicados que passaram por minhas mãos. Encontrar literaturas que se identifiquem com minhas vivências é uma maneira de me sentir presente no mudo e de vislumbrar realidades possíveis para nossa existência. Nos queremos presentes, nos queremos vivendo.
- Português
- Alcan
Este livro vem em muito boa hora: a configuração de direita que estamos vivendo no país Brasil e em vários outros países, com perda de direitos, perseguição aos movimentos sociais e desqualificação das lutas das minorias, desprestígio da ciência e das universidades. Esse contexto tem levado o país para situações bastante difíceis e tem, ao mesmo tempo, agido com grande força, cujas consequências não sabemos quando se poderão reverter, o que exige que documentemos todos os desejos, todas as lutas, as mobilizações e alianças. É o que faz este livro: documenta a presença das mulheres em diferentes ações públicas e privadas. Mostra que há muito tempo as mulheres incorporaram as lutas políticas, publicaram periódicos, investiram no humor para divulgar suas reivindicações, atuaram nas artes, na religião e no espaço doméstico. Enfim, estavam em todos os lugares. Isso, entretanto, não garantiu que fossem vistas, consideradas e respeitadas. O que as autoras deste livro fazem é pensar as lutas feministas como um conflito que ora ganha espaço nas mídias, nas discussões, nas leis e na vida das pessoas e ora perde força e é desqualificado em nome de uma moralidade cínica com o viés de fundamentalismo religioso. O pacto masculinista que neste momento assume o poder nas diversas instituições públicas tenta apagar tudo que significa justiça social, inclusão, solidariedade e conhecimento. E sabemos que esse é um projeto internacional e que conta com muito recurso. Por isso, tudo que documenta a diversidade sexual, a capacidade das mulheres, a inteligência, a astúcia, o riso, a alegria, enfim, as lutas, é bem-vindo. Vamos precisar desses registros para sabermos tudo que já foi vivido e realizado, para quando conseguirmos derrotar esse descalabro, essa destruição planejada das poucas conquistas, realizadas com tanta luta. Este livro mostrará que mesmo não tendo alcançado um mundo sem machismo, sem descriminação e com equidade de gênero, muito do caminho estava sendo percorrido. E, portanto, poderemos recuperar todas essas poucas conquistas, para resistir e recomeçar de onde nos obrigaram a parar. Este livro é, portanto, um livro-documento desse conflito cotidiano chamado feminismo.
- Português
- Cristina Scheibe Wolf.





