CEDOC
O Centro de Documentação reúne um conjunto de materiais digitais e físicos do campo dos estudos de gênero, feminismos e sexualidades. Destacamos o Acervo Tito Sena, livros editados pelo IEG, a coleção Revista Estudos Feministas, entre outras.
A moda hegemônica pode servir como uma tecnologia de reprodução dos gêneros e sexualidades dominantes, mas, historicamente, roupas, acessórios e estéticas corporais também foram (e são) usadas para subverter essa norma. Pessoas LGBT+s, especialmente não brancas, reviram a moda há séculos, criando outras possibilidades de expressão e construção de si, para fora do padrão de existência branco cisheteronormativo. Na dissidência estética, reside potência criativa e de vida. Com isso em mente, convidamos para conversar sobre a importância da moda e construções estético-corporais de pessoas LGBT+, junto com suas intersecções, Caroline Ricca Lee, Jamine Miranda (Preta Caminhão), e Xãtana Xãtara.
- Universidade Federal de Santa Catarina
A luta dos movimentos LGBTIAP+ por espaço e reconhecimento vem de longa data, por outro lado, algumas visibilidades acabam por criar uma ilusão de destaque, que não está de acordo com avanços em direitos para essas populações. Esses paradoxos e inquietações, apropriação do capitalismo das nossas lutas e o modo como se dão as representatividade nas marcas de moda são os principais objetos de discussão da mesa “A diversidade está na moda?”. Partindo de seus trabalhos teóricos e práticos, convidamos Vicenta Perrota, Ariel Nobre e Heloísa Santos para pensar as consequências e estratégias para burlar as práticas hegemônicas coloniais e cisheteronormativas que incidem sobre os corpos de grupos dissidentes.
- Universidade Federal de Santa Catarina
Trata-se de uma abordagem teórica que enfatiza as relações de gênero enquanto construção social assentada num padrão de relações hierarquizadas que confere ao homem a posição de mando e a mulher à posição de submissão, o estabelecimento desses papeis sociais reforça a legitimação da violência contra a mulher como modelo natural das relações entre os sexos. Utiliza como universo de análise os usuários da Delegacia Especializada em Defesa da Mulher do município de Natal. Assinala o processo educativo interdisciplinar desenvolvido por meio de palestras junto à população dos bairros da cidade como ferramenta para explicitar os mecanismos que impõe as desigualdades entre os sexos; visa sensibilizar a população para o reconhecimento dos direitos da mulher enquanto cidadã, incentivando a construção de uma nova ordem societária que difunda o respeito às diferenças e singularizações de gênero
- Universidade Federal do Rio Grande do Norte
O 1º Colóquio de Pesquisadoras/es do Instituto de Estudos de Gênero (IEG/UFSC), visa conhecer e levar ao conhecimento público o conjunto das pesquisas em desenvolvimento, que estão sendo realizadas por pesquisadoras/es atuantes nas frentes, núcleos e laboratórios ligados ao IEG, bem como de suas associadas. As sessões são organizadas por afinidades temáticas das pesquisas, e acontecerá na última segunda-feira de cada mês, buscando conectar os temas ao Calendário Anual das Diversidades.
- Universidade Federal de Santa Catarina
O e-book “Falas, percursos, práticas e modos de (r)exi(s)tir” congrega textos acadêmicos, artivistas, contribuições artísticas e relatos de experiência pensados a partir das discussões realizadas durante o 12º Seminário Internacional Fazendo Gênero, ocorrido de forma virtual em 2021.
- Universidade Federal de Santa Catarina





