CEDOC
O Centro de Documentação reúne um conjunto de materiais digitais e físicos do campo dos estudos de gênero, feminismos e sexualidades. Destacamos o Acervo Tito Sena, livros editados pelo IEG, a coleção Revista Estudos Feministas, entre outras.
- Revista Gênero
Discussões teóricas e estudos empíricos recentes mostram que, nas sociedades contemporâneas, as identidades sexuais e de gênero realmente vividas extrapolam as rígidas dicotomias homem/mulher e masculino/feminino que fazem parte do projeto da ordem social moderna. Este trabalho apresenta uma pesquisa em andamento sobre experiências de vida de travestis e transexuais atualmente radicadas na cidade de Curitiba, que tem por objetivo obter uma maior compreensão dos processos de construção de identidade nesta população "transgênero". Identificamos como particularmente importantes os processos de interação social através dos quais as nossas informantes se autodefinem e são "definidas" pelos outros. Constatamos que as fortes dicotomias sobre gênero que ainda operam na cultura atual fornecem tanto os termos com os quais as travestis e transexuais se autodefinem, quanto as bases para a estigmatização à qual continuam sujeitas.
- Revista Gênero, v.4 n.1
O texto analisa o debate feminista sobre a representação política das mulheres a partir das lutas feministas pela paridade na década de 90 na França. Mostra como francesas/ es e norte-americanas/os percebem de forma estereotipada posições teóricas e práticas feministas de ambos os países, e usam estes estereótipos como argumentos pró ou contra a luta pela paridade. Comparando o debate contemporâneo com debates históricos que remontam ao início da República na França, em torno da exclusão das mulheres da representação política, a autora centra seu olhar sobre duas grandes correntes, a do movimento pela paridade e a de seus diferentes críticos – entre eles, um grupo significativo de teóricas/os feministas contemporâneas/os (algumas/ns identificadas/os com a esquerda e outras/os com pensamento liberal) – mostrando como ambas utilizam-se de argumentos que remetem a oposições como “igualdade/diferença”, “comunitarismo/universalidade”
- Estudos Feministas, vol. 9, n.2
- Estudos Feministas, vol. 14, n.3
- ILHA - Revista de Antropologia





